O mercado pecuário encerrou a semana mais curta (devido ao feriado do Dia da Independência) como começou: apresentando estabilidade. Nesta sexta-feira (11/9), das 33 regiões monitoradas pela Scot Consultoria, 29 não tiveram mudanças no preço do boi gordo na comparação diária. Foram registradas altas apenas no Triângulo Mineiro, Cuiabá (MT), Rondônia e Espírito Santo.
Nas praças de Araçatuba (SP) e Barretos (SP), referências para o mercado, o preço do boi gordo seguiu em R$ 345 a arroba para o pagamento a prazo. As cotações do “boi China”, da vaca e da novilha também não tiveram alterações.
Em São Paulo, as cotações do boi ficaram durante toda a semana. O destaque foram as fêmeas, que tiveram altas, com a novilha chegando mais próxima do preço do boi gordo, alcançando R$ 340 por arroba.
Segundo Alcides Torres, analista de mercado de Scot, essa procura por fêmeas ocorre porque os frigoríficos estão atendendo mais o mercado interno no momento. “Se a gente estivesse atendendo o mercado externo, o boi estaria puxando essa alta”, comentou.
Segundo a Scot, para o boi, o mercado está equilibrado, com a procura ajustada à oferta. Já o indicador do boi gordo Cepea/Esalq, baseado nos negócios realizados no Estado de São Paulo, encerrou a sexta-feira com a cotação de R$ 349,50 a arroba, uma alta de 1,48% desde o início do mês.
No mercado de reposição, o indicador do bezerro Cepea/Esalq, referente às cotações em Mato Grosso do Sul, fechou a semana com o preço médio de R$ 3.393,91, com queda acumulada de 0,28% em setembro.







