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IBGE: parcela da população com rendimento de trabalho atinge recorde

Considerando outras fontes de renda, há 67,2% (143 milhões) de brasileiros com algum tipo de renda mensal

por Metrópoles
08/05/2026
em Economia
Tempo de leitura: 4 minutos
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Hugo Barreto/Metrópoles

Hugo Barreto/Metrópoles

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A parcela da população residente no Brasil que recebe rendimento decorrente do trabalho atingiu recorde em 2025. Isso significa que 47,8% dos habitantes tinham renda decorrente do próprio suor, o equivalente a 101,6 milhões. A população estimada considerada foi de 212,7 milhões.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua: Rendimento de Todas as Fontes 2025. O levantamento foi divulgado nesta sexta-feira (8/5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Pessoas com renda na população residente, por região:

  • Norte: 60,6%;
  • Nordeste: 64,4%;
  • Centro-Oeste: 66,9%;
  • Sudoeste: 69,2%;
  • Sul: 70,9%.

O percentual de 47,8% da população residente com rendimento associado ao trabalho é recorde na série histórica e representa um aumento de 0,7 ponto percentual na comparação com o resultado de 2024, quando esta parcela correspondia a 47,1% do total. Em 2019, eram 44,1%

Quando é observada a população residente com renda, ou seja, considerando, além do trabalho, aposentadoria e pensão (13,8%); aluguel e arrendamento (1,9%); pensão alimentícia, doação e mesada de não morador (2,3%); programas sociais do governo (9,1%); e outros rendimentos (1,9%), o índice soma 67,2%. Em números absolutos, são 143 milhões.

Após o trabalho, aposentadoria e pensão aparece como a segunda fonte de renda mais comum na população, com 13,8%, ou seja, 29,3 milhões. Este percentual vem crescendo. Em 2019, eram 13,1%. Avançou para 13,5%, em 2024, e, agora, soma 13,8%.

O IBGE considera que a progressão tem sido lenta, uma vez que em 2012 este contingente respondia por 11,7% dos residentes.

A terceira fonte de renda mais comum no país são os programas sociais do governo que alcançam 19,4 milhões de pessoas, ou seja, 9,1% da população residente.

Quanto ganham

Em 2025, a renda média mensal, considerando todas as fontes da população residente, foi de R$ 3.367, recorde na série histórica. O número foi alcançado após um aumento de 5,4% em relação a 2024 e de 8,6% na comparação com 2019.

Quando é observada a renda relacionada a todos os trabalhos, o valor mensal sobe para R$ 3.560, valor 5,7% maior do que o verificado em 2024 e 11,1% maior do que o de 2019.

A renda, no entanto, varia de uma região para outra. Observando os valores de todas as fontes, a Região Centro-Oeste lidera com R$ 4.052, seguida pelas regiões Sul (R$ 3.859), Sudeste (R$ 3.855), Norte (R$ 2.572) e Nordeste (R$ 2.282).

Renda do trabalho

A massa de rendimento mensal habitualmente recebido de todos os trabalhos foi de R$ 361,7 bilhões em 2025, valor que é recorde na série histórica.

O valor foi alcançado diante de um crescimento real de 7,5% em relação a 2024 e de 23,5% frente a 2019.

O aumento da massa de rendimento do trabalho em 2025, em relação a 2024, é atribuído pelo IBGE, principalmente, ao crescimento do rendimento médio do trabalho (5,7%).

Também é considerada nesta conta a contribuição, ainda que mais modesta, do aumento da população ocupada com rendimento, que avançou 1,8%.

Os aumentos na renda fizeram com que o rendimento médio mensal real domiciliar per capita crescesse 6,9% em 2025. Com isto, o valor atingiu o máximo da série histórica.

“Entre 2019 e 2025, a elevação foi de 18,9%, ao passo que frente a 2012, ano inicial da pesquisa, o crescimento acumulado foi de 27,0%”, destaca a pesquisa do IBGE.

Rendimento no DF é quase o dobro da média nacional

O rendimento médio mensal real domiciliar per capita no Distrito Federal (DF) é quase o dobro da média nacional. Enquanto a média nacional está em R$ 2.264, o DF tem média de R$ 4.401, ou seja, 94,5% a mais do que a média nacional.

As outras quatro unidades da Federação com maior rendimento são: São Paulo (R$ 2.862), Rio Grande do Sul (R$ 2.772), Santa Catarina (R$2.752) e Rio de Janeiro (R$ 2.732). A unidade da Federação com o menor rendimento é o Maranhão: R$ 1.231.

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