Meus Amigos e Minhas Amigas,
Existe um adágio afirmando que para conhecer uma pessoa dê a ela dinheiro ou poder, algo que concordo plenamente, apesar de observar que muitas mantém a humildade, não se deixando levar principalmente pela arrogância.
Inúmeras esquecem que são pagas com o dinheiro do povo, inclusive, com numerário de vários daqueles que são mal atendidos, maltratados, e que não recebem um mínimo de atenção na resolução de seus problemas.
É a tal síndrome da mesa, um mal que acomete às vezes alguém que comanda ao passar para o outro lado, em outras palavras, tem gente que se apropria do cargo de tal modo que se acha proprietário.
É o tal chefe que não recebe, que não ouve e muito menos valoriza as pessoas, só aparece em solenidades que afagam seu ego.
Não fazem nada para facilitar, ajudar quem precisa, especialmente os menos favorecidos desprovidos de recursos e de influências políticas, a propósito os políticos são responsáveis por seus indicados e absorvem as consequências positivas e negativas de seus pupilos.
O PIOR…
É que tem gente que ocupa esses cargos obtidos através justamente dessas autoridades, aliás, uma grande quantidade, exceto os concursados.
Não gostaria de entrar nesse mérito, mas, sou obrigado por uma questão de reforçar o raciocínio; enquanto estive à frente de uma secretaria municipal de saúde fiz o possível e o impossível para facilitar e ajudar a todos que nos procuravam, inclusive, agradeço a DEUS pela oportunidade, e estou convicto que ele me preservou em meus problemas posteriores de saúde levando em consideração a minha maneira de ser sempre preocupado em me colocar na situação de quem me procurava, até porque saúde não pode esperar.
É claro que algumas coisas não podemos fazer devido as leis, entretanto, o que podemos e aquilo que dependa de um “jeitinho” para o bem tem que ser feito.
Por que facilitar se eu posso dificultar? É lema de muitos…
A MEU SENTIR…
Quem comanda tem obrigação de administrar bem, entretanto, gerir não se resume apenas à razão, é preciso coração também; os aplausos e reconhecimento não podem atrelar-se apenas aos resultados administrativos…
E como as pessoas são tratadas, não se leva em consideração? Refiro-me não apenas aos “clientes”, mas, também aos colaboradores que em muitas ocasiões são desvalorizados como se ou louros da gestão sejam exclusividade do chefe.
POR ISSO…
Ao finalizar, a meu pensar, uma rotatividade em cargos de comando, de chefia, mesmo quando dá certo não pode perdurar a ponto da pessoa entender, pensar, ou achar que a instituição que administra seja sua.
É a MINHA Opinião!
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