Um velho e bom amigo miracemense passando alguns dias em Palmas me enviou uma mensagem demonstrando surpresa, e ao mesmo tempo satisfação.
Contou ele que alguém passou entregando jornais impressos gratuitos em um determinado ambiente palmense que de pronto aceitou com muito bom grado.
Minha reação não foi de surpresa, até porque sabia que mesmo raro, tal fato ainda ocorre não só em Palmas, mas, em outras capitais, entretanto, fico muito satisfeito quando me deparo com situações dessa natureza, pois, apesar de toda a tecnologia continuo apaixonado pelos jornais físicos.
TALVEZ,
Pelo prazer do manuseio, retorno às origens na volta a um passado que distancia, hábito de comprá-los nas bancas, pela saudade de observar os idosos no centro histórico de São Luís lendo debaixo de árvores frondosas sentados em bancos de madeira, e depois, a resenha dos comentários.
Lembranças do “Imparcial”, “Estado do Maranhão”, “O Debate” (onde trabalhei), e do lendário “Jornal Pequeno”.
CONTUDO,
O que pega mesmo é um misto de nostalgia e melancolia ao entrar no escritório do meu pai na Ilha do Amor e observar sobre a mesa todos eles comprados cedinho para serem “degustados” durante o dia,
OU,
Na casa do meu avô em Miracema, exemplares de “O Popular” e “Cinco de Março” que chegavam sempre com atraso de um dia através da Transbrasiliana que fazia linha para Goiânia diariamente.
Que esses velhos guerreiros continuem preservando os jornais impressos nos enchendo de recordações, e até mesmo tristezas por não termos mais as companhias daqueles que nos incutiram o hábito da leitura que também ensina escrever e enriquece nosso vocabulário.
Viva os velhos e maravilhosos jornais impressos!
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