O Tocantins passa a contar com um novo espaço voltado à inovação, ao empreendedorismo e ao desenvolvimento tecnológico com foco no agronegócio e nas potencialidades econômicas da região. O Parque de Empreendedorismo, Qualidade Socioambiental e Inovação Tecnológica da Universidade Federal do Tocantins (Pequi-UFT) surge com a proposta de conectar Universidade, empresas, pesquisadores, startups e instituições parceiras para transformar conhecimento em soluções práticas para a sociedade.
Com foco especial nas áreas de Biotechs, Agtechs e FoodTechs, o Parque busca estimular negócios inovadores, fortalecer o ecossistema de inovação regional e contribuir para o desenvolvimento econômico e socioambiental do Tocantins, da Amazônia Legal e da região do Matopiba.
O Pequi nasce como um ambiente de conexões, pesquisa aplicada e desenvolvimento de soluções criativas e tecnológicas, incentivando ideias capazes de gerar impacto real na vida das pessoas, no mercado e no meio ambiente.
O coordenador do Parque Tecnológico da UFT, Silon Procath, destaca que o Pequi foi criado para aproximar o conhecimento produzido dentro da universidade das demandas da sociedade e do setor produtivo. “Queremos transformar pesquisa, ciência e inovação em oportunidades concretas para o Tocantins. O Pequi nasce para conectar talentos, estimular o empreendedorismo e desenvolver soluções que gerem impacto econômico, social e ambiental para a nossa região. Escolhemos áreas estratégicas que dialogam diretamente com a vocação econômica do estado e que permitem pensar inovação em toda a cadeia produtiva”, afirma.
Biotechs, Agtechs e FoodTechs
As áreas temáticas escolhidas pelo Pequi refletem a vocação natural da economia tocantinense e contemplam o ciclo completo do agro, conectando inovação do campo à mesa. A proposta envolve desde o desenvolvimento de tecnologias voltadas à produção agrícola e pecuária até a criação de novos alimentos, produtos e soluções sustentáveis para o mercado consumidor.
Entre as áreas prioritárias do Parque está o setor de Biotechs, voltado ao desenvolvimento de bioinsumos, biotecnologia e aproveitamento sustentável da biodiversidade brasileira. A proposta acompanha o crescimento da bioeconomia e o fortalecimento de soluções que reduzam a dependência de insumos importados no agronegócio.
Na área de FoodTechs, o Pequi pretende incentivar o desenvolvimento dos chamados “alimentos do futuro”, utilizando tecnologia e pesquisa para criar novos produtos alimentícios, bebidas e soluções voltadas às novas exigências dos consumidores, incluindo inovação nutricional, sustentabilidade e aproveitamento da biodiversidade do Cerrado e da Amazônia.
Já no segmento Agtech, o parque atuará no fortalecimento da agricultura e pecuária digital, incentivando tecnologias voltadas à automação, inteligência artificial, análise de dados e sustentabilidade no campo, contribuindo para tornar a produção agrícola mais eficiente e inovadora.
Além do desenvolvimento tecnológico, o Pequi também pretende fortalecer a cultura empreendedora e o networking entre os diferentes atores do ecossistema de inovação, promovendo um ambiente colaborativo capaz de impulsionar startups, negócios e projetos de base tecnológica.
A proposta é transformar ideias em resultados concretos, criando oportunidades, gerando desenvolvimento sustentável e ampliando o protagonismo do Tocantins no cenário nacional da inovação.






