O mercado pecuário teve mais um dia de cotações sustentadas, com as regiões de criação de bovinos se dividindo entre a estabilidade e as altas, informa a Scot Consultoria. A oferta estava controlada, e as compras também.
Nesta quinta-feira (6/8), entre as 33 regiões monitoradas pela, 19 permaneceram com os preços estáveis na comparação diária, enquanto 14 registraram altas. Nas praças de Araçatuba (SP) e Barretos (SP), referências para o mercado, a cotação do boi gordo seguiu em R$ 350 a arroba para o pagamento a prazo. Os preços do “boi China”, da vaca e da novilha também não tiveram mudanças.
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Apesar da oferta controlada, não havia escassez, afirma a Scot. As indústrias que precisavam compor escalas conseguiam comprar. Por outro lado, os frigoríficos não alongavam as escalas, que atendiam, em média, a uma semana. Algumas unidades com programações mais longas ofertavam abaixo das referências vigentes, mas cientes de que dificilmente conseguiriam fechar negócios.
Mercado externo
Os dados de exportação de julho, divulgados nesta quinta-feira pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), confirmaram uma redução nas vendas externas de carne bovina in natura no mês passado com o embarque de 227.938 toneladas. Em julho de 2025, foram exportadas 276.878 toneladas, o que representa um recuo de 18% na comparação anual.
Por outro lado, o preço médio pago por tonelada permaneceu em patamar elevado, em US$ 6.350,55. Em comparação com julho do ano passado (US$ 5.550,99), houve aumento de 14,4%.





