O Brasil deve exportar em 2026 até 5,875 milhões de toneladas de frango, volume 10,3% maior do que os 5,324 milhões de toneladas do produto embarcadas ao exterior no ano passado. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (28/7) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em coletiva de imprensa em São Paulo.
Em 2027, as exportações de frango do país devem voltar a crescer, mas em ritmo menor, 3%, chegando a 6,050 milhões de toneladas, de acordo com a entidade.
A produção brasileira de carne de frango em 2026 deve ser até 5,6% maior do que a do ano passado, ficando entre 16 milhões e 16,150 milhões de toneladas, conforme a ABPA. Já em 2027, a produção do país deve crescer 2,8%, atingindo 16,6 milhões de toneladas, conforme estimativa da associação.
No mercado doméstico, a oferta de frango (disponibilidade) deve ser de aproximadamente 10,275 milhões de toneladas em 2026, segundo a entidade, 3,1% maior do que em 2025. No ano que vem, a disponibilidade volta a aumentar, 2,7%, para 10,550 milhões de toneladas.
Carne suína
Em 2026, o Brasil deve produzir 5,870 milhões de toneladas de carne suína, volume 5% maior do que em 2025. Em 2027, a projeção é de aumento mais modesto, de 3,1%, atingindo 6,050 milhões de toneladas.
Quanto às exportações de carne suína do Brasil, a expectativa da ABPA é de atingir 1,6 milhão de toneladas, alta de 5,9% na comparação com o ano passado. Para o ano que vem, a entidade projeta 1,7 milhão de toneladas de carne suína embarcadas ao exterior, incremento de 6,3%.
Ovos
A ABPA projeta produção de 64,8 bilhões de unidades em 2026, aumento de 4,1% em comparação ao ano passado. Para o ano que vem, a perspectiva é de incremento de até 2,6%, para 66,5 bilhões de unidades.
As exportações brasileiras de ovos devem cair neste ano, 26,6%, segundo a associação, para 30 milhões de toneladas. Já no ano que vem, a entidade vê recuperação dos embarques de ovos de até 15%, que devem alcançar 64,5 milhões de toneladas.







