Preparar as refeições no café da manhã, almoço e jantar ficou mais pesado no orçamento em 2026. Isso porque, produtos presentes na rotina da maioria das famílias brasileiras registraram aumentos expressivos no ano, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (12/5).
Quem lidera a lista – e com folga sobre os demais – é a cenoura, com 79,35%, seguida pelo tomate (54,34%), pepino (48,60%) e abobrinha (36,10%). A alta do grupo “Tubérculos, raízes e legumes”, inclusive, em que estão incluídos os itens citados, foi expressiva nos primeiros quatro meses de 2016, alcançando 36,39%.
A explicação para o encarecimento está no campo. Eventos climáticos extremos, como excesso de chuva em algumas regiões e períodos prolongados de seca em outras, afetaram a produção, reduziram a oferta e impactaram diretamente os preços nas feiras e supermercados.
Além da influência do clima, os custos com transporte até o consumidor e dos insumos agrícolas também pressionaram o valor final.







