O mercado de bioinsumos alcançou um valor de mercado de R$ 6,2 bilhões em 2025 no Brasil, segundo levantamento da CropData divulgado nesta terça-feira (31/3). O desempenho representa um crescimento de 15% em relação ao ano anterior. Já a área tratada subiu 28%, alcançando 194 milhões de hectares no país.
Segundo a CropLife, entidade que reúne empresas do setor de tecnologia agrícola, o crescimento está atrelado principalmente a quatro fatores: profissionalização e expansão da indústria; necessidade de combate a pragas resistentes pelo manejo integrado; busca por soluções sustentáveis para a lavoura e maior adoção dos produtos.
“Os bioinsumos deixam de ser uma tendência e se tornam uma realidade”, disse Amália Borsari, diretora de Biológicos da CropLife Brasil.
O Estado do Mato Grosso conta com a maior área tratada com a tecnologia, representando 24% da utilização dos bioinsumos no país, impulsionado pelas culturas da soja e do milho, principalmente. São Paulo, com 16%, e Goiás, com 14%, completam as três primeiras posições.
A CropLife não divulgou projeções para o ano de 2026, mas segundo o gerente executivo, Renato Gomides, a disposição das empresas em lançar novos produtos indica que o cenário é promissor.






