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Quanto tempo levaria para criar uma vacina em caso de nova pandemia?

Especialistas explicam por que algumas vacinas levam anos e o que acelerou o processo durante a Covid-19

por Metrópoles
23/05/2026
em Saúde
Tempo de leitura: 5 minutos
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O registro recente de surtos como o de ebola na República Democrática do Congo e o registro de hantavírus em um navio de cruzeiro reacenderam uma pergunta que ganhou força durante a pandemia de Covid-19. Diante de uma nova ameaça global, quanto tempo a ciência levaria para desenvolver uma vacina?

A resposta depende de uma combinação de fatores que vão desde o comportamento do vírus até a capacidade de resposta internacional. Em condições normais, o desenvolvimento de uma vacina costuma levar de cinco a 10 anos. Em cenários de emergência sanitária, porém, esse prazo pode cair para cerca de um a dois anos, dependendo do vírus, da tecnologia disponível e da mobilização internacional.

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Como uma vacina é desenvolvida?

Segundo Mayra Moura, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), todo o processo começa muito antes dos testes em humanos. Primeiro, os pesquisadores precisam entender como o vírus age no organismo e qual parte dele pode ser neutralizada pelo sistema imunológico.Play Video

“É preciso compreender o ciclo da doença para definir qual antígeno será usado e qual plataforma é mais adequada para aquela vacina, como vírus atenuado, inativado ou RNA mensageiro”, explica.

Depois da fase laboratorial, começam os testes pré-clínicos, realizados em animais, para avaliar segurança e resposta imunológica. Só então a vacina segue para as três fases de estudos clínicos em humanos.

A fase 1 envolve um grupo pequeno de voluntários e avalia principalmente segurança e dose. Na fase 2, o número de participantes aumenta e os pesquisadores analisam também a eficácia. Já a fase 3 reúne milhares de pessoas e exige um acompanhamento mais longo para confirmar proteção e possíveis efeitos adversos.

Mayra destaca que todo esse caminho costuma ser demorado porque uma etapa depende do sucesso da anterior. “Você não pode começar a fase 2 sem concluir a fase 1 com segurança. Além disso, existem protocolos éticos, avaliações regulatórias e monitoramentos que podem durar anos”, afirma.

Ela lembra ainda que os órgãos reguladores, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), também precisam analisar protocolos e resultados antes da aprovação, o que pode levar meses.

O que acelerou as vacinas da Covid-19

Durante a pandemia de Covid-19, o desenvolvimento das vacinas aconteceu em tempo recorde, o que gerou dúvidas por parte da população sobre a segurança dos imunizantes. No entanto, especialistas afirmam que nenhuma etapa foi pulada.

O sanitarista Jonas Lotufo Brant, professor do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade de Brasília (UnB), explica que a velocidade foi possível porque já existiam pesquisas anteriores sobre coronavírus.

“Desde a SARS, a comunidade científica vinha desenvolvendo plataformas para esse grupo de vírus. Quando surgiu a Covid-19, parte desse caminho já estava pronta”, afirma.

Além disso, houve uma mobilização internacional inédita. Segundo Brant, governos, universidades, laboratórios e agências regulatórias passaram a atuar de forma integrada, com financiamento elevado e compartilhamento rápido de informações.

“Quando você coloca mais recursos e mais pessoas trabalhando ao mesmo tempo, consegue fazer algumas etapas em paralelo sem comprometer a segurança”, diz.

O esforço global reduziu intervalos burocráticos e acelerou a produção de dados científicos.

Por que algumas doenças dificultam a criação de vacinas

Nem todo vírus permite uma resposta rápida da ciência. Segundo Brant, doenças como hantavírus ainda representam um desafio justamente porque os surtos costumam ser pequenos e esporádicos.

“É difícil testar uma vacina quando os casos aparecem em surtos localizados e desaparecem rápido. Muitas vezes, quando a vacina chega na fase 3, já não existem casos suficientes para avaliar se ela funciona”, pontua.

No caso do ebola, o cenário foi parecido durante décadas. Os surtos anteriores eram menores e dificultavam os estudos. A situação mudou no grande surto registrado no oeste da África entre 2014 e 2016, que permitiu acelerar os testes de vacinas que já vinham sendo estudadas.

Mesmo assim, o especialista alerta que o surto atual envolve outra variante do vírus, o que pode exigir adaptações nas vacinas já existentes.

Outro desafio é a capacidade de detectar rapidamente novas doenças. Segundo Brant, quanto mais cedo um surto é identificado, maiores são as chances de conter a transmissão enquanto vacinas e tratamentos ainda estão sendo desenvolvidos.

“É muito mais fácil controlar 10 casos do que mil. Hoje, um vírus que surge em um lugar pode rapidamente chegar a qualquer parte do mundo”, diz.

Vigilância e resposta global

Os especialistas afirmam que a experiência da Covid-19 deixou um legado importante na área da saúde global, principalmente em vigilância epidemiológica e tecnologia de vacinas.

Ainda assim, eles alertam que o mundo continua vulnerável a novas epidemias, especialmente em regiões com baixa infraestrutura sanitária, grande circulação de pessoas e intensa interação entre humanos e animais.

Para Brant, fortalecer sistemas de vigilância em diferentes países é tão importante quanto investir em laboratórios e pesquisa científica.

“A gente nunca sabe exatamente onde vai surgir a próxima doença. Por isso, a resposta precisa ser global e rápida”, finaliza.

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