As cotações do suíno vivo e da carcaça suína registraram em setembro aumento da média mensal pela primeira vez no ano em várias regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O movimento, de modo geral, esteve associado à redução da oferta de carne e ao aumento da demanda pela proteína no mercado doméstico. Especificamente para os cortes, no entanto, os valores recuaram no mês.
Segundo o indicador Cepea/Esalq, uma das regiões onde ocorreu a primeira alta da cotação do suíno vivo em 2026 foi o Rio Grande do Sul. Em setembro, o preço médio ficou em R$ 4,73 o quilo, avanço de 1,28% em relação a agosto. Em São Paulo, o valor ficou em R$ 5,12 o quilo, aumento de 2,60% na mesma comparação.





