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Governo Trump condena sanções da China contra empresas dos EUA por venda de armas a Taiwan

Departamento de Estado dos EUA pediu que a China cesse com a pressão militar, diplomática e econômica sobre Taiwan e se abra ao diálogo nesta sexta-feira (26).

por G1
27/12/2025
em Economia
Tempo de leitura: 5 minutos
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Taiwan testa sistema de lançamento de mísseis fornecido pelos EUA — Foto: REUTERS / AGÊNCIA DE NOTÍCIAS MILITAR DE TAIWAN

Taiwan testa sistema de lançamento de mísseis fornecido pelos EUA — Foto: REUTERS / AGÊNCIA DE NOTÍCIAS MILITAR DE TAIWAN

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O governo de Donald Trump pediu que a China cesse com a pressão militar, diplomática e econômica sobre Taiwan e se abra ao diálogo nesta sexta-feira (26).

As declarações foram dadas pelo Departamento de Estado dos EUA, que se opôs “veementemente” a uma decisão anunciada pelo governo chinês mais cedo, impondo sanções contra empresas americanas.

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Pequim sancionou 10 indivíduos e 20 empresas de Defesa devido à venda de armas para Taiwan, que reivindica como seu território.

As medidas congelam qualquer ativo que eles possuam na China e impedem que organizações e indivíduos nacionais façam negócios com eles, disse o Ministério das Relações Exteriores em um comunicado oficial.

O anúncio da aprovação da venda de US$ 11,1 bilhões em armas dos Estados Unidos para Taiwan aconteceu há uma semana.

Após o governo da ilha comemorar a decisão, o Ministério da Defesa chinês respondeu que iria “tomar medidas enérgicas para salvaguardar a soberania nacional e a integridade territorial” e que as Forças Armadas do país iriam intensificar seu treinamento.

O ministério ainda instou os EUA a “cessarem imediatamente a venda de armas a Taiwan” e a “cumprirem concretamente o seu compromisso de não apoiar forças ‘independentistas da ilha.

“As forças separatistas de Taiwan estão usando o dinheiro suado das pessoas comuns para enriquecer os traficantes de armas dos EUA”, acrescentou o comunicado.

O anúncio da venda de armas para Taiwan foi o segundo sob a atual administração do presidente dos EUA, Donald Trump, e ocorre no momento em que Pequim aumenta sua pressão militar e diplomática contra a ilha, cujo governo rejeita as reivindicações de soberania de Pequim.

A proposta abrange oito itens, incluindo sistemas de foguetes Himars, obuseiros, mísseis antitanque Javelin, drones de munição vagante Altius e peças para outros equipamentos, informou o Ministério da Defesa de Taiwan em um comunicado.

“Os EUA continuam a ajudar Taiwan a manter capacidades suficientes de autodefesa e a construir rapidamente um forte poder de dissuasão e alavancar vantagens de guerra assimétrica, que formam a base para manter a paz e a estabilidade na região”, afirma o texto.

EUA criticou recente treinamento chinês em Taiwan

No começo de dezembro, a China voltou a fazer exercícios militares ao redor de Taiwan. O Departamento de Estado dos Estados Unidos chamou a ação de “agressiva”.

À agência Reuters, um alto funcionário da segurança de Taiwan afirmou que mais de 10 navios de guerra chineses foram avistados. Além disso, segundo ele, a Guarda Costeira da China estava participando de exercícios de “assédio”.

Durante o primeiro dia de exercícios, a China afirmou que estava fazendo manobras militares como forma de “aviso” aos separatistas.

Para a China, Taiwan é uma província rebelde que ainda faz parte de seu território. Já para o governo taiwanês, a ilha é um Estado independente, com sua própria Constituição e, por décadas, se considerou o legítimo governo da China no exílio.

Os Estados Unidos declararam apoio a Taiwan e afirmaram que estavam monitorando a atividade militar na região. Durante a noite desta terça, o Departamento de Estado divulgou um comunicado afirmando que “as atividades militares agressivas e a retórica da China em relação a Taiwan apenas servem para exacerbar as tensões”.

“Diante das táticas de intimidação e do comportamento desestabilizador da China, o compromisso duradouro dos Estados Unidos com nossos aliados e parceiros, incluindo Taiwan, continua”, afirmou o governo americano.

Histórico

A disputa entre China e Taiwan tem raízes na queda da dinastia imperial chinesa e na fundação da República da China, em 1912. O país mergulhou em guerra civil entre nacionalistas do Kuomintang (KMT) e comunistas liderados por Mao Tsé-Tung.

Após a Segunda Guerra Mundial, os conflitos entre os dois grupos se intensificaram, culminando na vitória comunista em 1949 e na fundação da República Popular da China. Os derrotados do KMT fugiram para Taiwan fundando sua “própria China”.

A partir de então, passaram a existir duas Chinas: a República Popular da China, governada pelos comunistas em Pequim, e a República da China, sob liderança nacionalista em Taipé, onde o KMT estabeleceu seu governo provisório.

Durante décadas, Taiwan foi governada pelo KMT sob lei marcial, até a transição para a democracia nos anos 1980. Hoje, a ilha tem governo próprio, eleições livres e forças armadas, mas não é reconhecida como Estado soberano pela maioria dos países.

O “Consenso de 1992” estabelece que há apenas uma China, mas cada lado interpreta esse conceito de forma diferente. Enquanto o KTM acredita que Taiwan é esse único território, o governo chinês acredita que a ilha precisa ser reintegrada ao continente.

A crescente pressão militar e diplomática da China sobre Taiwan aumentou os temores de um conflito. Pequim não descarta uma ação militar, especialmente se o status político da ilha mudar.

Nos últimos anos, a tensão entre China e Taiwan aumentou. A aproximação da ilha com os Estados Unidos durante o governo de Joe Biden fez com que o Exército Chinês fizesse vários exercícios militares como forma de alerta.

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