O preço do açúcar opera em forte queda nesta manhã de quarta-feira (6/5) na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em julho de 2026 recuam 4,55%, negociados a US$ 14,67 a libra-peso.
Segundo a Trading Economics, o recuo é influenciado pelas oscilações nos preços do petróleo, que por sua vez, foi causado pelo otimismo em relação a um possível acordo entre EUA e Irã. A condição reduz os incentivos para que as usinas desviem a cana-de-açúcar para a produção de etanol e potencialmente aumente a oferta de açúcar. Além disso, há uma perspectiva de oferta ampla que também pressiona os preços.
Segundo o USDA (Departamento de Agricultura dos EUA), a produção total de açúcar da Índia na safra 2026/27, que começa em outubro, deverá aumentar 12%, para cerca de 33,6 milhões de toneladas, em comparação com as 30 milhões de toneladas da última temporada.
Cacau
Após consecutivas altas relevantes e voltar a ser negociado acima dos US$ 4.000, o cacau segue em alta. Os contratos da amêndoa com vencimento em julho de 2026 sobem 1,57%, cotados a US$ 4.136 a tonelada, maior patamar dos últimos três meses, segundo a Barchart.
Entre os fatores que levaram a essa forte alta, a Barchart indica a formação de menos frutos jovens nos cacaueiros, o que pode ser um indicador antecipado de produção menor no futuro para a safra de cacau da África Ocidental de 2026/27. A principal colheita começa em outubro.
Café
O preço do café voltou a cair. Os lotes com entrega para julho de 2026 recuam 0,59%, cotados a 2,8805 centavos de dólar a libra-peso.
Algodão
Já o algodão também opera em baixa. Os papéis da pluma com entrega para julho de 2026 caem 2,39%, cotados a 82,75 centavos de dólar por libra-peso.
Suco de laranja
Por fim, os contratos de suco de laranja concentrado e congelado também operam em queda. Os papéis mais negociados, com vencimento em julho de 2026, estão cotados a US$ 1,7785 a libra-peso, com recuo de 2%.





