Meus Amigos e Minhas Amigas,
Sempre admirei as pessoas abnegadas, ou seja, aquelas que renunciam aos próprios desejos, vontades e interesses em favor de outra pessoa ou de uma causa, agindo de forma altruísta e desinteressada.
Ao longo da minha vida conheci inúmeras delas, por exemplo, dirigentes de futebol que perderam tudo por amor ao clube de coração, políticos que inviabilizaram suas vidas financeiras chegando ao final de suas existências sem praticamente nada, ao ponto de viverem de ajudas dos outros.
Vários desses abnegados, ocupam cargos não remunerados, muitas vezes colocando dinheiro dos seus próprios bolsos para cumprirem com excelência suas missões e satisfazerem o bem comum.
LOGO,
Em que pese vivermos em outra época, em uma realidade bem diferente, onde o vil metal é o senhor de tudo, por incrível que pareça, ainda encontramos gente com esse perfil.
O jornalista é um abnegado!
É um profissional mal remunerado, não valorizado como deveria, e em várias oportunidades usado para promover pessoas que não entendem que fazer jornalismo é um meio de vida, um trabalho que exige dedicação e responsabilidade, uma profissão como outra qualquer que possui receitas e despesas; além disso, sujeita a incompreensões por seus pareceres, pois, ora agrada, ora desagrada.
O jornalista divulga os fatos, e os repercute conforme sua visão usando fontes responsáveis e bem informadas, e porque não dizer, também “a voz rouca das ruas”.
O fato de não comparecer a um evento, não significa que a imprensa esteja incapacitada de noticiar e opinar… se fosse assim, não haveriam notícias sobre, por exemplo, reuniões não republicadas entre quatro paredes, até porque, quem convidaria um profissional da área para presenciar falas dessa natureza?
Ai de nós se não fossem as fontes, as quais, os nomes são guardados a sete chaves…
COM RELAÇÃO ÀS PECUÁRIAS MIRACEMENSES…
Sem ferir susceptibilidades, como diria o saudoso Henos Belmiro Souto, as conheço desde criança levado pelos meus avós, portanto, imagino que estou à vontade para opinar.
SENÃO VEJAMOS…
O Sindicato Rural de Miracema sempre foi comandado por abnegados com muita dificuldade em decorrência do município não ser tão forte economicamente falando, por isso, a realização das feiras sempre dependeu, e muito, de ajudas externas, especialmente fora dos seus limites territoriais feitas por políticos, empresários, governos, instituições e etc…, tarefa que não é fácil, pois, é preciso tempo e disposição, além de gastos, para bater nas portas de todas elas.
Uma pecuária como a da primeira capital, com pouquíssimos recursos não poderia ser melhor do que tem sido; vejo nas redes sociais incompreemsões, críticas relacionadas a shows e etc… alegam que cidades menores do que Miracema trazem artistas com níveis mais elevados,
CONTUDO,
É bom que se diga que algumas delas, em que pese serem menores, são mais ricas, possuem sindicatos mais fortes com boas arrecadações o que faz toda a diferença.
NADA É TÃO BOM QUE NÃO POSSA SER MELHORADO
Por isso, como jornalista e cidadão que deseja o bem, o progresso do município, gostaria de dar algumas sugestões construtivas, caso acatadas ótimo, se não, ótimo também, pelo menos para mim.
A primeira, é que o Sindicato Rural ao longo do ano possa promover atividades com objetivo de arrecadar fundos para melhorar a estrutura do Parque Capitão Vaqueiro e da própria festa, quer dizer, habilitando-se a realizar pequenas despesas sem depender de quem quer que seja.
Por exemplo, churrascos, feijoadas, e até shows patrocinados (a custo zero), para que a renda da bilheteria seja toda da entidade; o sindicato, a meu sentir, tem que ter mais visibilidade, não se limitar a uma aparição anual.
OUTRA COISA,
O grande show ( vamos chamar assim), não deveria acontecer no mesmo dia da cavalgada…
POR QUE?
O público no evento poderia ser bem maior, pois, muita gente está envolvida na organização e participação nos camarotes e na própria cavalgada, algo muito cansativo que gera indisposição em centenas e centenas de pessoas que não aguentam comparecer ao parque em função do esgotamento físico, sem falar que a grande maioria passa o dia tomando “umas e outras”.
O IDEAL…
Seria que no domingo houvesse apenas a cavalgada, já com a feira aberta, entretanto, sem o grande show, feito em outro dia a ser definido pelos organizadores.
OUTRO ASPECTO
A ser considerado, seria a colocação de um determinado número de assentos próximo ao palco para maior conforto, especialmente, das pessoas de meia idade para cima, grávidas e por aí vai…
Alguém pode argumentar que os shows são sempre assim, isto é, com as pessoas em pé, mas, porque tenho que fazer tudo exatamente igual? Os detalhes fazem a diferença, e as diferenças um ambiente mais acolhedor!
Sem falar que os cidadãos e cidadãs saem da cavalgada exaustos para o show, e não das suas casas após um dia de descanso, como de costume.
E POR ÚLTIMO…
Entendendo perfeitamente que a atual diretoria assumiu praticamente em cima da hora, penso que para as próximas edições a divulgação terá que ser feita com uma antecedência razoável principalmente, os shows que são os grandes alavancadores de público.
Nos dias de hoje, tudo que vamos fazer precisa de planejamento, em se tratando de gastos nem se fala.
PARA ISSO,
O sindicato precisa agir como as escolas de samba do Rio de Janeiro, quando termina um carnaval no outro dia já estão trabalhando e organizando o próximo, inclusive, com programações o ano inteiro para arrecadar fundos.
AO ENCERRAR,
Devo dizer que trabalho, criatividade e saber ouvir, sem a pretensão de sermos os donos da razão, podem fazer milagres…
NO MAIS,
Parabenizo aos organizadores, aos que estão à frente e equipe, afinal, se não fosse eles, os abnegados ao longo de décadas, a Feira Agropecuária de Miracema do Tocantins já teria acabado.
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