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Semaglutida reduz mortalidade por doenças cardiovasculares em 50% em 6 meses, diz estudo

No Brasil, a semaglutida é usada para tratar diabetes, com dosagens de 0.25 mg até 1mg, e de forma off label (fora do indicado na bula) sobrepeso e obesidade

Da Redação por Da Redação
14/05/2025
em Saúde
Tempo de leitura: 4 minutos
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Pessoa aplicando semaglutida crédito: Getty Images

Pessoa aplicando semaglutida crédito: Getty Images

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A publicação do estudo Select, no ano passado, foi considerado por especialistas um ponto de virada no tratamento da obesidade e um dos trabalhos mais importantes já publicados na área. Nessa terça-feira (13/5), na 32ª edição do Congresso Europeu de Obesidade (ECO, na sigla em inglês), foi apresentada uma subanálise que mostra os efeitos da semaglutida na capacidade de proteção contra doenças cardiovasculares.

Cantora Avery diz que desenvolveu osteoporose causada pelo uso de OzempicO análise avaliou o efeito do medicamento Wegovy, que tem como princípio ativo a semaglutida, na dosagem 2,4 mg, na redução do risco cardiovascular, seja morte, infarto e AVC (acidente vascular cerebral) não fatal, em pacientes com sobrepeso, obesidade e doenças cardiovascular prévia -sem diabetes.

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Esse quadro de patologias é chamado de MACE (Major adverse cardiovascular events; na tradução: eventos cardiovasculares adversos maiores). O Select mostrou que o uso do medicamento reduziu em 20% o risco de MACE, a longo prazo, em média 3,5 anos, segundo acompanhamento do estudo.

Os resultados incluíram diminuição significativa de infarto não fatal (18%) e insuficiência cardíaca não fatal (19%), além de mostrar tendência positiva na redução da mortalidade geral (19%).

A proteção cardiovascular começou já nos primeiros três meses de tratamento, independentemente da perda de peso, indicando mecanismos de ação além do emagrecimento.

Durante esse período, o medicamento reduziu em 37% o risco de morte cardiovascular, infarto e AVC não fatais. Com seis meses, diminuiu em 50% o risco de morte por doenças do coração e 59% hospitalização por insuficiência cardíaca.

A biomédica norte-americana Donna Ryan, presente no congresso, afirma que o estudo é um marco –foram 40 meses de acompanhamento com mais de 17 mil pessoas e com apenas três meses os resultados começaram a surgir.

Segundo o endocrinologista Bruno Halpern, vice-presidente da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade) e presidente eleito da WOF (Federação Mundial de Obesidade), medicamentos como a semaglutida (um agonista do GLP-1) tem mecanismos que podem explicar como a substância pode trazer benefícios cardiovasculares rápidos, mesmo antes de uma perda de peso significativa.

Isso pode ocorrer por dois mecanismos principais, ainda que não haja comprovação definitiva sobre qual deles é o mais relevante. O primeiro seria a própria redução na ingestão de calorias e alimentos menos saudáveis, o que, mesmo sem grande emagrecimento, poderia aliviar a sobrecarga no coração e rins, melhorando a pressão arterial e a função renal.

O segundo, e talvez mais importante, seria o efeito direto do GLP-1 nos vasos sanguíneos, reduzindo inflamação e ajudando a dilatar as artérias, o que melhoraria o fluxo sanguíneo em pouco tempo.

Esses mecanismos explicariam por que alguns pacientes têm redução no risco de infarto em apenas três meses, um período muito curto para que mudanças na aterosclerose (placas de gordura nas artérias) ocorram.

“Na verdade, ainda não temos dados conclusivos sobre esse fator em específico. O que podemos fazer são inferências baseadas nas evidências disponíveis. Esse fenômeno de separação precoce das curvas de risco já havia sido observado quando os primeiros resultados do estudo foram divulgados.”

Apesar do foco dessa subanálise não ser o peso, a médica Donna Ryan explica que esse é o tipo de resultado que muda a saúde pública nos Estados Unidos e no mundo inteiro. “A ideia do Select era entender se esses pacientes iam se beneficiar do medicamento, não é um estudo sobre obesidade em si”, afirma.

No Brasil, a semaglutida é usada para tratar diabetes, com dosagens de 0.25 mg até 1mg, e de forma off label (fora do indicado na bula) sobrepeso e obesidade, com doses de 0.25 mg até 2.4 mg, sendo as dosagens maiores sendo de manutenção, já que se tratam de doenças crônicas. O medicamento ainda não está disponível no SUS (Sistema Único de Saúde).

“O estudo tem potencial para sensibilizar governos e sistemas de saúde sobre a importância de tratar a obesidade não apenas como uma questão estética, mas como uma condição médica que impacta significativamente a saúde global”, completa Halpern.

O endocrinologista explica que o estudo com semaglutida foi realizado em pacientes com sobrepeso e obesidades com doenças cardiovasculares prévias. Nos EUA, o medicamento já tem aprovação para redução de risco cardiovascular nessa população, mas no Brasil ainda não há confirmação sobre essa indicação na bula.

A Novo Nordisk já submeteu o medicamento à Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS) para avaliação de incorporação no Sistema Público de Saúde brasileiro.

O estudo incluiu 17.604 pacientes com sobrepeso/obesidade (IMC >=27 kg/m²) e doença cardiovascular estabelecida (sem diabetes) para receber semaglutida (2,4 mg/semana, com titulação até a 16ª semana) ou placebo, em adição ao tratamento padrão, com acompanhamento médio de 39,8 meses.

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