O arquivamento do caso Cão Orelha, determinado pela Justiça em decisão da Vara da Infância e da Juventude da Comarca de Florianópolis, encerrou um episódio repleto de controvérsias e reviravoltas que causou mobilização em todo o país. O caso ocorreu em janeiro, na Praia Brava, no Norte da Ilha, em Florianópolis.
A decisão da Justiça, divulgada nessa sexta-feira (15/5), atendeu a pedido de arquivamento do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), que apontou falta de provas para responsabilizar os investigados. A conclusão do órgão foi tomada após análise de quase 2 mil arquivos digitais, entre vídeos, dados de celulares apreendidos e fotografias, além de depoimentos de adolescentes e testemunhas.
Entre os principais motivos citados pelo MPSC para pedir o arquivamento estão a impossibilidade de afirmar se as agressões ao cão de fato ocorreram. O órgão cita que a hipótese de morte do cão em função de uma doença óssea grave, descoberta somente após um laudo feito na exumação do corpo do cachorro, seria “muito mais plausível” do que a suposta agressão. O documento também afasta a possibilidade de ação humana nos ferimentos constatados no cão.Play Video
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