Meus Amigos e Minhas Amigas,
Ao longo dos meus quarenta e dois anos atuando na imprensa brasileira, rádio, jornal impresso e televisão, carrego orgulhosamente algo que todo jornalista deve ter como princípio básico de comportamento, até porque é obrigação; estou falando de independência, por mais que o exercício da função nos aproxime das pessoas.
No jornalismo só “cria lodo” quem prima pela imparcialidade, ou seja, critica e elogia quando necessário, é claro, mantendo sempre o respeito e a decência.
DITO ISSO…
Durante esse tempo todo tenho visto e passado por muitas situações que nos capacitam a identificar feitos de forma imediata, e de modo especial suas intenções.
POIS BEM,
Tenho acompanhado as denúncias apócrifas (ocultas, secretas, escondidas), que o prefeito de Tocantínia, João Alberto Coelho Machado vem sofrendo por parte de pessoas que preferem o anonimato, ao invés de defenderem seus pontos de vistas publicamente, algo que a meu pensar, não combina com integridade.
A denúncia contra o chefe do executivo está relacionada a gastos com combustíveis apontando discrepâncias entre alguns meses do ano, insinuando ainda que os gastos estariam excessivos.
É importante salientar que gastos com combustíveis em qualquer prefeitura brasileira representam um custo substancial em função do próprio valor do item, sem precisar dizer que em um município como Tocantínia, e outros nos arredores das capitais, no caso Palmas, disponibilizam veículos diariamente para atender a comunidade nas mais diversas áreas.
É público e notório, e quem administra qualquer cidade sabe, que no começo do ano as despesas são menores em função do planejamento financeiro e das ações que serão executadas ao longo do ano, ou seja, há uma paralização natural das atividades.
Os maiores gastos de combustíveis estão situados nas áreas do transporte escolar, manutenção de estradas vicinais/obras, frota da saúde, e atendimentos extras naturais e corriqueiros feitos à população, principalmente, a mais carente.
Os gastos menores nos começos dos anos, e depois o aumento, é explicado pelas férias escolares o que cancela o transporte de alunos, menor auxílio aos produtores rurais, não investimento em manutenção de estradas ou obras devido ao período chuvoso e etc…
NA VERDADE,
A meu sentir, o questionamento apócrifo tem viés mais político do que financeiro ou outra coisa qualquer pois, não é preciso andar muito pelas ruas, e pela zona rural de Tocantínia, para perceber a aprovação da gestão de João Alberto que tem feito obras importantes no município se consolidando como realizador, tocador de obras, e líder político importante.
PENSO QUE,
Tocantínia ao longo dos últimos anos, tem experimentado um desenvolvimento que exige seriedade, compromisso, colaboração, e união de todos para que o futuro seja próspero e alvissareiro, e que ao invés de se incomodarem com os bons resultados da gestão promovendo denúncias anônimas desprovidas de sentido, o foco deveria ser o trabalho por uma Tocantínia melhor, por uma Tocantínia que encanta, orgulha, e é amada por seus filhos e por quem a visita.
Essa é a MINHA opinião!
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