domingo, 28 de junho de 2026.
  • Quem Somos
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Vídeos
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Palmas
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tocantins
  • Quem Somos
  • Contato
PORTAL LJ
Sem resultados
Ver todos resultados
PORTAL LJ
Home Saúde

Síndrome de Down: 45% a 50% nascem com cardiopatia, alerta especialista

Tema será debatido no “CNN Sinais Vitais – Dr. Kalil Entrevista” vai ao ar no sábado (7), às 19h30, na CNN Brasil

por CNN
06/12/2024
em Saúde
Tempo de leitura: 4 minutos
A A
Dr. Roberto Kalil recebe no “CNN Sinais Vitais” Flávia Navarro, cardiologista pediátrica da Santa Casa de São Paulo, e Zan Mustacchi, que é geneticista e pediatra do Hospital Darcy Vargas, em São Paulo • CNN/Divulgação

Dr. Roberto Kalil recebe no “CNN Sinais Vitais” Flávia Navarro, cardiologista pediátrica da Santa Casa de São Paulo, e Zan Mustacchi, que é geneticista e pediatra do Hospital Darcy Vargas, em São Paulo • CNN/Divulgação

CompartilharCompartilhar

No Brasil, a população com Síndrome de Down equivale a 350 mil pessoas e, a cada ano, surgem 8 mil novos casos. Desse total, aproximadamente 45% a 50% nascem com uma cardiopatia, ou seja, doença do coração. É o que alerta Zan Mustacchi, geneticista e pediatra do Hospital Darcy Vargas, no “CNN Sinais Vitais – Dr. Kalil Entrevista” exibido neste sábado (7).

Mustacchi e a cardiologista pediátrica Flávia Navarro, da Santa Casa de São Paulo, são os convidados do Dr. Roberto Kalil para falar sobre síndrome de Down, ou “trissomia do 21” (T21). A doença é causada por uma alteração genética que leva a formação de um cromossomo 21 a mais, resultando em deficiência intelectual e características físicas como baixa estatura, raiz nasal achatada, mãos pequenas e dedos curtos, entre outras.

ARTIGOSRELACIONADOS

mrs/Getty Images

Aleniglipron: novo GLP-1 oral reduz até 12% do peso em 36 semanas

27/06/2026
Roger Harris/Science Photo Library/Getty Images

Infecção por Salmonella pode causar intoxicação grave e até a morte

27/06/2026

Segundo Navarro, é importante que a detecção de cardiopatias em pessoas com a síndrome seja realizada ainda no período fetal. “Essas crianças devem ser abordadas precocemente, e devem ter seu diagnóstico de preferência feito no período fetal. O ideal é que elas sejam operadas em torno de 4 a 6 meses de vida para não evoluírem para uma condição complexa que se chama hipertensão pulmonar”, afirma.

“Nós temos um fato técnico-científico relativamente recente, que nós conseguimos fazer a partir da coleta do sangue da mãe, como se fosse colher um hemograma, o Nipt, um exame não invasivo de diagnóstico pré-natal. A gente consegue uma margem de segurança de aproximadamente 98%”, explica Mustacchi.

O geneticista afirma que este exame, quando associado aos dados de ultrassonografia e do ecocardiograma fetal, são eficazes. Recentemente, o Nipt foi incluído como obrigatório no pré-natal, mas sua realização ainda não é acessível a todas as gestantes.Play Video

“É um exame simples, mas o acesso é difícil”, afirma Navarro. “Pensando na população em geral, normalmente temos a dificuldade do aparelho, dificuldade técnica…”, elenca a cardiologista, referindo-se também à falta de capacitação profissional para realização do exame.

Por este e outros fatores, nem sempre é feito o diagnóstico intrauterino, como seria o ideal. Nestes casos, Navarro defende também maior preparo da equipe médica para lidar com o momento de conversar com os pais a respeito.

“É muito comum dar a notícia que a criança tem T21 no parto, logo que tirou o bebê. Então, a mãe ainda está lá, sendo operada, no meio da cesárea… Ter essa sensibilidade para conversar com a mãe, esperar estar o pai, o companheiro, alguém junto. Não ter urgência para dar a notícia”, diz Navarro.

Quais são os fatores de risco associados à síndrome de Down?

Durante o programa, os especialistas comentam sobre os fatores de risco para a trissomia do 21. O principal e mais conhecido deles é a idade materna avançada, mas esse não é o único.

“Se eu tenho alguém na família com T21, é um fator de risco aumentado. Se eu tenho alguém na família com a frequência de Alzheimer, é um fator de risco aumentado. Hipotireoidismo, especificamente autoimune, de uma forma que a gente chama de Hashimoto, também tem um risco aumentado. O ruim de a gente falar ‘aumentado’ é que parece 50%, 20%, 30%. Não, esse ‘aumentado’ é 1% a mais, 0,5% a mais”, explica Mustacchi.

Segundo o geneticista, os sinais são sempre relacionados aos ligamentos, sistema osteomuscular e desenvolvimento neuromotor. “Então, o bebê firma o pescoço? Claro que firma. Mas em vez de firmar com dois meses, isso acontece com dois e meio a três meses. O que não faz muita diferença”.

O especialista, no entanto, faz questão de afirmar que a condição do T21 não é impedimento para nada, desde que as pessoas tenham oportunidades e respeito.

“Infelizmente a população está habituada a ouvir que existem graus entre as pessoas. Nós não temos variedades de grau nenhum. Aqui no país, nós temos três palavras que sustentam hoje a questão do T21: oportunidade, respeito e segurança é a tríade de sustentação de qualquer indivíduo que tente viver adequadamente”, afirma.

Redes sociais amplia a visibilidade sobre inclusão e representatividade

Navarro acrescenta que o uso das redes sociais alavancou a representatividade de pessoas com síndrome de Down em diferentes áreas.

“Hoje, com o advento das redes sociais, são os influencers digitais que mostram que eles estão indo para a faculdade, que eles estão indo trabalhar, que eles estão indo para a balada. Porque, na hora que nasce um bebê, por mais que a gente converse com essa família, explicando o que é, nada melhor do que uma mãe, uma família olhar e ver um João indo para a faculdade, uma Maju desfilando, os meninos trabalhando… Isso é fantástico”, diz, referindo-se aos modelos Maju de Araújo e João Vitor Paiva, que também é o primeiro conselheiro jovem T21 do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

“Nada sobre nós, sem nós” é o lema deles, segundo Mustacchi. Para o geneticista, os portadores de T21 assumirem a narrativa da própria história é a melhor mudança que tem ocorrido nos últimos anos.

Anterior

“Estou com medo”, diz passageira que recusou ceder assento a criança em avião

Próximo

UFBA oferece bolsas para cursos de inglês, francês, italiano e mais

Próximo
São oferecidas 42 bolsas integrais para cursos de idiomas • UFBA/Divulgação

UFBA oferece bolsas para cursos de inglês, francês, italiano e mais

LEIA TAMBÉM

Educação

Em parceria com a Embaixada da China, UFT abre vagas para curso de Língua Chinesa

27/06/2026
Brasil

Brasil envia 2º voo da FAB com ajuda humanitária à Venezuela

27/06/2026
Brasil

Clima: friozinho se mantém no Sul; temperaturas sobem no resto do país

27/06/2026
Entretenimento

Show celebra os 80 anos de Belchior com Marisa Orth em Brasília

27/06/2026
Entretenimento

Shakira é criticada por versão de Dai Dai com Léo Santana e Filipe Ret

27/06/2026

CATEGORIAS

  • Agricultura e Pecuária
  • Brasil
  • COLUNA DO LEAL
  • Economia
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esportes
  • GOL DE PLACA
  • Lajeado
  • Miracema
  • Palmas
  • Papo de Skyna
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Tocantinia
  • Tocantinia
  • Tocantins

TÓPICOS

#Palmas #Tocantins #Lajeado 2° Farm Day Athletico COLUNA DO LEAL Copa do Nordeste Copão Tocantins Corinthians covid19 Dengue educação Entretenimento flamengo GOL DE PLACA Inter Lajeado Libertadores Miracema Palmas palmeiras Paris 2024 Política Seleção Brasileira São Paulo Tocantinia tocantins

POPULARES

Tocantins

CRMV-TO discute ações em Comissões Nacionais

27/06/2026
Tocantins

Iratã Abreu defende tecnologia e turismo em giros por municípios do Tocantins

27/06/2026
Tocantins

Cínthia Ribeiro participa da Caravana do PSDB Mulher com lideranças em Porto Nacional

27/06/2026
Tocantins

OAB-TO aprova medida contra lei que proíbe cirurgia de transição no Servir

27/06/2026
Segurança

Polícia Civil deflagra Operação Vital contra organização criminosa investigada por esquema milionário de sonegação fiscal no Tocantins

27/06/2026
Logomarca Leal Junior

O site que busca sempre a notícia com credibilidade e transparência.

#SIGA-NOS:

MAIS RECENTES

  • CRMV-TO discute ações em Comissões Nacionais
  • Iratã Abreu defende tecnologia e turismo em giros por municípios do Tocantins
  • Cínthia Ribeiro participa da Caravana do PSDB Mulher com lideranças em Porto Nacional

CATEGORIAS

ÚLTIMAS

Divulgação/CRMV-TO

CRMV-TO discute ações em Comissões Nacionais

27/06/2026
Crédito: Divulgação/Ascom Iratã Abreu

Iratã Abreu defende tecnologia e turismo em giros por municípios do Tocantins

27/06/2026
  • Quem Somos
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Sem resultados
Ver todos resultados
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Política
    • Saúde
    • Palmas
    • Tocantins
  • Coluna do Leal
  • Gol de Placa

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Sem resultados
Ver todos resultados
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Política
    • Saúde
    • Palmas
    • Tocantins
  • Coluna do Leal
  • Gol de Placa

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este website está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade.