O pastor e cantor gospel Marquinhos Menezes morreu nesta quinta-feira (13/8), aos 56 anos. Ligado à Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), ele começou a atuar na igreja ainda na infância e, ao longo da carreira, trabalhou com grandes nomes da música gospel brasileira. Ele enfrentava um câncer no estômago, diagnosticado em 2024.
Marquinhos ficou conhecido ao integrar as bandas Rhema e Rhema Jireh e se tornou referência na preparação de vozes e backing vocals. Entre os artistas com quem trabalhou estão Eyshila, Cassiane e Fernanda Brum.
Ao lado da esposa, a pastora e cantora Lilian Azevedo, Marquinhos também teve uma carreira musical, em que lançaram projetos para o mercado cristão, como o álbum Profetas Adoradores.
Em janeiro de 2013, Marquinhos foi ordenado pastor por Silas Malafaia e passou a liderar a ADVEC Itaboraí. Desde 2020, exercia a liderança da ADVEC Niterói. Além da atuação na igreja, ampliou o trabalho missionário por meio do projeto “Doses de Ânimo”, no qual compartilhava mensagens de fé e encorajamento com milhares de pessoas.
O pastor descobriu um câncer no estômago em 2024 e, naquele mesmo ano, passou por uma cirurgia para retirada do órgão. Em 2025, iniciou sessões de quimioterapia. Posteriormente, a doença voltou a se manifestar, com uma metástase na região próxima aos rins.
Nos últimos dias, ele estava internado em um hospital particular de Niterói, no Rio de Janeiro, mas não resistiu. A morte dele foi confirmada pela esposa nas redes sociais. “Meu amor foi um guerreiro que lutou bravamente até ser promovido… como ele orou dias antes de partir, o céu é o melhor prêmio. Nos encontraremos na eternidade”, escreveu Lilian. Ele deixa a esposa e uma filha, Sophia.
O corpo de Marquinhos Menezes será velado nesta sexta-feira (14/8), às 11h, no Crematório São Francisco Xavier, no Caju, na Região Portuária do Rio. Às 12h, será realizado um culto fúnebre.





