O Parque de Empreendedorismo, Qualidade Socioambiental e Inovação Tecnológica da Universidade Federal do Tocantins (Pequi-UFT) concluiu, nesta sexta-feira, 4, uma missão técnica de imersão em Florianópolis (SC). Realizada entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro, a programação proporcionou à equipe do Parque o contato com diferentes iniciativas, metodologias e experiências relacionadas à inovação, ao empreendedorismo e ao desenvolvimento de ecossistemas.
A agenda teve início com uma visita técnica ao Sapiens Parque, parque tecnológico de Florianópolis, onde a equipe conheceu a estrutura, os modelos de gestão e as iniciativas desenvolvidas. A experiência permitiu observar, na prática, estratégias de articulação entre empresas, universidades, instituições e outros atores do ecossistema.
A programação também incluiu uma visita ao InPETU Hub, centro de inovação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e a participação na disciplina Habitats de Inovação, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPGEGC) da universidade.
Outro momento da missão foi a visita ao Via Estação Conhecimento, que apresentou seus programas, projetos e metodologias voltados à inovação, ao empreendedorismo e ao desenvolvimento de ecossistemas. A atividade também contou com a participação da equipe do Pequi em um podcast do grupo, ampliando o espaço para a troca de experiências sobre a atuação dos ambientes de inovação.
A equipe participou ainda do pré-pitch da disciplina Do Conhecimento Científico à Inovação, do PPGEGC, acompanhando a apresentação e a avaliação de projetos desenvolvidos pelos estudantes. A atividade possibilitou conhecer iniciativas em diferentes estágios de desenvolvimento e contribuir com perspectivas relacionadas à transformação do conhecimento científico em soluções e oportunidades de inovação.
O coordenador do Pequi, Silon Procath, destacou que a missão contribuiu para ampliar a visão da equipe sobre diferentes modelos de atuação. “A missão permitiu conhecer experiências consolidadas, trocar conhecimentos com diferentes atores e observar metodologias que podem contribuir para o fortalecimento do Pequi. Buscamos compreender processos, formas de articulação e estratégias que possam ser adaptadas à realidade do Tocantins e contribuir para o desenvolvimento do nosso ecossistema”, finalizou.







