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Home Agricultura e Pecuária

Paraná intensifica combate à brucelose e tuberculose

por Globo Rural
22/11/2025
em Agricultura e Pecuária
Tempo de leitura: 5 minutos
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Enfermidades causam redução na produção de leite, casos de aborto e abate de animais infectados — Foto: Adapar/Divulgação

Enfermidades causam redução na produção de leite, casos de aborto e abate de animais infectados — Foto: Adapar/Divulgação

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O Paraná está intensificando o combate à brucelose e tuberculose, doenças bacterianas que atingem bovinos e bubalinos e geram perdas significativas na produção de leite. “São doenças distintas, mas que causam muitos prejuízos. As perdas, em termos produtivos, podem girar em torno de 15% a 20% na propriedade”, avalia Rafael Gonçalves Dias, chefe do Departamento de Saúde Animal da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar).

Dados da Adapar apontam que o Estado registrou 98 focos e 333 casos confirmados de brucelose e 154 focos e 817 casos de tuberculose até outubro deste ano. Conforme Dias, é difícil mensurar o prejuízo financeiro gerado, uma vez que as enfermidades causam redução na produção de leite, casos de aborto e abate de animais infectados. As doenças são silenciosas e endêmicas, o que pode gerar ainda um aumento drástico nos custos dos serviços veterinários.

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No Paraná, o Programa Estadual de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PECEBT), implementado em 2002, visa baixar a prevalência e incidência dessas doenças em bovinos e bubalinos. Dias salienta que ações de conscientização estão sendo reforçadas entre os produtores rurais e fomentadas junto a laticínios e cooperativas agrícolas do Estado.

Para a prevenção da brucelose, o foco do programa é a vacinação das bezerras de 3 a 8 meses de idade. Atualmente, o índice de animais vacinados no Paraná atinge em torno de 75,3% do rebanho. Apesar de estar acima da média nacional, de 71,8%, a Adapar visa a ampliação do percentual para próximo de 90%. “Para um controle eficaz, é preciso melhorar esse índice”, comenta Dias.

Tuberculose

Já no caso da tuberculose, o controle ocorre por meio da identificação de animais infectados através de teste específico. Dias explica que além do reforço nas ações de conscientização, os produtores paranaenses podem contar, desde março deste ano, com mais uma ferramenta no combate à tuberculose bovina, o uso do teste de ELISA (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay). O teste foi regulamentado como ferramenta diagnóstica complementar à Tuberculinização Comparada (TCC) em propriedades que estão em fase de saneamento da doença.

O teste ELISA – sigla em inglês para Enzyme-Linked Immunosorbent Assay – é um exame laboratorial usado para detectar a presença de anticorpos em uma amostra. É considerado mais uma opção para detectar a doença em animais nos quais o exame convencional não deu positivo. Para que o teste seja feito, a propriedade deve estar formalmente em fase de saneamento para tuberculose.

No caso de confirmação de uma das doenças, a orientação é afastar imediatamente os animais infectados do restante do rebanho, para evitar contaminação. De acordo com a Adapar, a eliminação do animal deve ocorrer em até 30 dias. Dias reforça que, no caso de animais acometidos por tuberculose, o produtor tem direito a uma indenização que deve ser requerida junto à agência.

O Paraná possui 119 propriedades certificadas como livres ou monitoradas para ambas as doenças — Foto: Jaelson Lucas/AEN
O Paraná possui 119 propriedades certificadas como livres ou monitoradas para ambas as doenças — Foto: Jaelson Lucas/AEN

Exportação

Medidas de prevenção à brucelose e tuberculose foram tema de reunião da Comissão Técnica (CT) de Bovinocultura de Leite do Sistema Faep no início desta semana. “Ter o nosso rebanho imune a essas doenças é mais uma etapa para viabilizar a exportação do nosso leite. Isso seria mais uma forma de driblar a crise que o setor enfrenta”, enfatiza o presidente interino do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

A fiscal de Defesa Agropecuária da Adapar, Marta Freitas, explicou durante a reunião que somente com percentual acima de 80% da vacinação da brucelose, mantido por dez anos, é que o processo de erradicação das doenças começa a ser avaliado. “A barreira do leite no processo de exportação é a sanidade dos rebanhos. Com certeza, isso será mais cobrado pelos outros países. Portanto, precisamos trabalhar juntos para enfrentar o desafio”, disse.

Até o momento, o Estado possui 119 propriedades certificadas como livres ou monitoradas para ambas as doenças, de um total de aproximadamente 30 mil unidades. Apesar do número baixo, os três Estados da região Sul detêm 98% das propriedades certificadas no país.

A fiscal da Adapar também reforçou os cuidados que os produtores devem ter diante de um animal infectado. “Eles devem ficar isolados e afastados da produção leiteira e todo o rebanho deve ser testado. Vale ressaltar que fica vedado o trânsito de animais enquanto o rebanho estiver em saneamento”, explicou Marta.

A possibilidade de exportação de leite pelos produtores do Paraná esteve em pauta, com destaque para a necessidade do aumento do número de propriedades certificadas, garantia de pagamento por qualidade e sanidade, elevação do índice de vacinação acima dos 80% e destinação de mais investimento em biossegurança, bem-estar, nutrição e sanidade. “Como planejamos exportar, a cobertura vacinal é um critério para essa iniciativa”, enfatizou Eduardo Lucacin, presidente da CT de Bovinocultura de Leite do Sistema Faep.

Entenda as doenças

A brucelose e a tuberculose são causadas por bactérias e o controle também exige a adoção de boas práticas agropecuárias, lembram os especialistas. A brucelose, causada pela bactéria Brucella abortus, afeta bovinos, suínos, equídeos, caprinos e ovinos, que podem continuar portadores até o fim da vida. A tuberculose bovina, causada pela bactéria Mycobacterium bovis, embora não tão comum no homem como a causada pela Mycobacterium tuberculosis, também pode afetá-lo. Nesse caso, é chamada Tuberculose Zoonótica.

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