Abel Ferreira foi julgado nesta quarta-feira (15/4) pelo Pleno Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O treinador do Palmeiras teve pena reduzida de oito para sete jogos de suspensão por conta das expulsões contra Fluminense e São Paulo. A punição é válida para competições nacionais.
Inicialmente, a expulsão diante do Fluminense contava com duas partidas de suspensão. A pena foi reduzida para apenas um jogo.
No entanto, a sanção do clássico contra o São Paulo, de seis jogos, foi mantida, totalizando, agora, sete partidas como desfalque.
Em nota publicada no último sábado (11/4), o Palmeiras considera a punição imposta ao técnico Abel Ferreira como “de rigor desproporcional” e vê indícios de tratamento diferenciado em relação a outros times e profissionais.
Entenda o caso
Na súmula da partida contra o Fluminense, o árbitro Felipe Fernandes de Lima declarou que Abel se dirigiu à assistente Fernanda Gomes Antunes e ao quarto árbitro Luis Tisne “de forma ríspida, grosseira e gesticulando com os braços e batendo palmas de forma irônica e proferindo as seguintes palavras de forma acintosa: ‘Você é cega, não viu que o lateral era para nosso time, c***, vocês nunca veem nada, p***”. Por esse caso, o treinador palmeirense pegou dois jogos de suspensão inicialmente, que foi reduzido para um.
Já no caso do clássico contra o São Paulo, Abel Ferreira foi expulso pelo árbitro Anderson Daronco, que alegou ter sido chamado de “cagão” pelo treinador. Na súmula, ele reportou ainda que o português chutou uma bola como forma de protesto. A punição do tribunal foi de seis partidas.
Como cumpriu três jogos de suspensão, Abel Ferreira terá que cumprir outras quatro partidas e desfalcará o Palmeiras nos próximos compromissos da equipe.







