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Ozempic e Mounjaro ajudam a emagrecer, mas uso requer cuidados; entenda

Para que o emagrecimento seja duradouro e sem riscos à saúde, é importante integrar cuidados nutricionais e psicológicos

CNN por CNN
27/09/2024
em Saúde
Tempo de leitura: 5 minutos
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O medicamento Ozempic ganhou popularidade por seus efeitos no emagrecimento Imyskin/Getty Images

O medicamento Ozempic ganhou popularidade por seus efeitos no emagrecimento Imyskin/Getty Images

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Medicamentos como o Ozempic, da Novo Nordisk, e o Mounjaro, da Eli Lilly, ganharam popularidade devido aos seus efeitos no emagrecimento. Apesar de serem indicados para o tratamento de diabetes tipo 2, esses remédios reduzem o apetite e aumentam a sensação de saciedade, promovendo uma significativa perda de peso.

No entanto, para que esses efeitos sejam duradouros, sustentáveis e, principalmente, saudáveis, é importante que eles sejam inseridos na rotina do paciente junto com estratégias alimentares específicas e integrando outros cuidados que vão além da aplicação regular desses medicamentos.

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“Essas medicações precisam estar associadas a uma reeducação alimentar, a um acompanhamento médico contínuo e, acima de tudo, a um planejamento a longo prazo para evitar o retorno dos quilos perdidos e assegurar uma boa saúde geral”, afirma Isabella Reis, nutricionista da Seed, clínica de nutrição localizada em São Paulo.

Como Ozempic e Mounjaro levam à perda de peso?

O Ozempic e o Mounjaro, apesar de terem a mesma indicação e resultados semelhantes, são compostos por princípios ativos diferentes. O primeiro é composto pela semaglutida, uma droga da classe dos análogos do hormônio GLP-1 que atua na secreção de insulina pelo pâncreas, regulando a glicose no sangue e promovendo, também, a redução do apetite, conforme explica Lorena Lima Amato, em matéria publicada anteriormente na CNN.

Inclusive, a semaglutida é o mesmo princípio ativo do Wegovy, medicamento da Novo Nordisk indicado para o tratamento de obesidade. A caneta emagrecedora foi aprovada no Brasil em janeiro de 2023, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e está disponível para comercialização desde o final de julho deste ano.

Já o Mounjaro é composto de tirzepatida, uma molécula agonista duplo de GLP-1 e GIP, hormônios gerados no intestino e liberados depois das refeições. Isso significa que o medicamento tem a capacidade de estimular a ação tanto do GLP-1, quanto do GIP, aumentando a produção de insulina pelo pâncreas para manter o controle do açúcar no sangue.

Em estudo, o Mounjaro mostrou ser mais potente que o Ozempic e o Wegovy para a perda de peso. Na análise, ambos os medicamentos foram eficazes para o emagrecimento, mas 82% das pessoas que tomaram tirzepatida alcançaram uma redução de 5% do peso inicial após um ano de uso, em comparação com cerca de 67% daquelas que tomaram semaglutida.

Como manter a redução de peso por mais tempo e sem riscos à saúde?

Apesar dos benefícios para tratar a obesidade, o uso de medicamentos como Ozempic e Mounjaro deve ser feito com cautela e orientação médica. Isso por que a redução do apetite causada por eles pode levar a deficiências nutricionais, como a perda de vitaminas e minerais. “Comer menos não significa necessariamente comer melhor”, alerta Reis. “É aqui que a nutrição personalizada se torna crucial para evitar efeitos colaterais indesejados, como perda de massa muscular ou fraqueza.”

Para isso, uma das recomendações é fracionar as refeições para oferecer maior suporte nutricional ao corpo. “Com a redução do apetite, o ideal é consumir alimentos com grande potencial nutricional e não consumir ‘calorias vazias’. Isso significa ter uma dieta com bastante nutriente e, inclusive, com suplementação alimentar, que pode ser bem interessante nesses casos”, orienta Mônica Magalhães, nutricionista da Seed.

Além de evitar a deficiência de nutrientes, manter um acompanhamento nutricional é fundamental para evitar o chamado “efeito sanfona” — ou seja, o retorno do peso após o fim do uso desses medicamentos. Segundo Magalhães, é importante ter um plano de desmame controlado, associado a um programa de manutenção alimentar e física para evitar os rebotes.

“Talvez seja interessante utilizar outro substituto na forma de suplementos ao terminar o uso desses medicamentos. Existem algumas sugestões de fórmula que podem ter efeito bem parecido, ajudando na saciedade, modulando o índice glicêmico dos alimentos e a resistência insulínica”, afirma a especialista.

A prática de atividade física, associada a um plano alimentar bem estruturado, também deve fazer parte do tratamento. Isso porque medicamentos que promovem a rápida perda de peso podem levar à perda de massa muscular — e, consequentemente, a efeitos estéticos não desejados, como flacidez e a “cabeça de Ozempic”, conforme aponta Ricardo Barroso, endocrinologista e diretor da SBEM-SP (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional São Paulo), em matéria publicada anteriormente na CNN.

“Para prevenir a perda de massa muscular, é importante que se tenha um suporte proteico durante todo o tratamento. Além do suplemento de proteína, a creatina pode ser interessante para fazer a manutenção da massa magra”, indica Reis. “Tudo isso sem contar a prática de exercício físico. A musculação não deve ser deixada de lado nesse processo”, reitera.

Fatores psicológicos também devem ser levados em conta

Ter apoio de profissionais de saúde mental, como psicólogos e psiquiatras, também é importante durante o processo de emagrecimento. Isso porque o uso desinformado desse tipo de tratamento pode gerar ansiedade, frustração e expectativas irreais. “Muitos pacientes acabam se comparando a padrões irreais de corpos perfeitos propagados nas redes sociais, o que pode desestabilizar o tratamento”, comenta Magalhães.

Ao promover um estilo de vida saudável, equilibrado e sustentável, há, também, a importância de um tratamento informativo, que prepare o paciente não apenas fisicamente, mas mental e emocionalmente, para as mudanças que o corpo e a mente enfrentarão.

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