No dia 11 de março, a Liga Acadêmica de Saúde Mental para Mulheres (Lasm-UFT) participou do acolhimento aos calouros do curso de Psicologia da Universidade Federal do Tocantins (UFT). A atividade integrou a programação do “Acolhe Psicologia” e contou com a presença de ligantes e da diretoria da liga, que promoveram uma roda de conversa sobre a experiência de ingressar e permanecer na universidade.
O momento foi marcado pela descontração e pela troca de afetos e vivências, possibilitando que os calouros tirassem dúvidas sobre a trajetória acadêmica a partir das experiências dos veteranos. Durante o encontro, foram abordados tanto os desafios quanto as satisfações de cursar uma graduação em uma universidade pública.
Além da roda de conversa, a professora coordenadora da Lasm-UFT, Jamile Luz Morais Monteiro, juntamente com a presidente Flávia Alessandra Castro de Oliveira e a vice-presidente Geysielle Mourão Dias, ambas estudantes do 9º período de Psicologia, apresentaram o funcionamento de uma liga acadêmica. Na ocasião, foram explicados o papel das diretorias e a estrutura de atuação da liga, que integra ensino, pesquisa e extensão.
Segundo a coordenadora, a participação na atividade contribui para fortalecer vínculos e ampliar o entendimento dos ingressantes sobre a vida universitária. “Nossa participação no Acolhe Psicologia caracterizou-se como um espaço de descontração e de aprendizagem significativa, onde foi possível compartilhar vivências marcantes na Universidade. A cada participação nossa no Acolhe Psicologia, contabilizamos momentos significativos com os calouros”, destacou.
Criada em 2021, a Lasm-UFT tem como principal objetivo promover ações no âmbito do ensino, da pesquisa e da extensão voltadas à saúde mental das mulheres, a partir de uma perspectiva interseccional. Atualmente, a liga conta com 15 integrantes.
As atividades desenvolvidas incluem grupos de estudos, oficinas de pesquisa e ações extensionistas com mulheres no município de Miracema. Entre os projetos já realizados estão pesquisas como “Maternidade no contexto da adoção” e “Maternidade aos 40 anos”, além de estudos em andamento sobre transtornos alimentares e psicanálise e branquitude. A liga também já promoveu o curso de extensão “Psicanálise e branquitude” e desenvolve ações com idosos, gestantes na atenção primária e mulheres da comunidade Novo Horizonte, em Miracema.







