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Insônia pode aumentar risco de declínio cognitivo, aponta novo estudo

Pesquisa da Mayo Clinic revela que pessoas com insônia têm 40% mais chances de desenvolver problemas cognitivos, mas tratamento adequado pode reduzir riscos

CNN por CNN
13/09/2025
em Saúde
Tempo de leitura: 5 minutos
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Um bom sono é vital para a saúde cerebral de várias maneiras. • Foto: Ems Forster Productions/Getty Images

Um bom sono é vital para a saúde cerebral de várias maneiras. • Foto: Ems Forster Productions/Getty Images

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Tratar a insônia não é apenas uma luta contra o cansaço da tarde seguinte — pode ajudar a proteger contra o envelhecimento cerebral no futuro, sugere nova pesquisa.

Problemas de sono são comuns, com 12% dos americanos relatando diagnóstico de insônia crônica, segundo a AASM (Academia Americana de Medicina do Sono).

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Diferentemente dos fatores genéticos e outros aspectos da saúde cognitiva que estão fora de nosso controle, a insônia pode ser uma condição sobre a qual é possível agir, de acordo com estudo publicado na quarta-feira na revista científica Neurology. 

“A principal conclusão deste estudo é que a insônia crônica pode ser um fator de risco modificável para o declínio cognitivo”, afirmou o autor principal do estudo, Dr. Diego Carvalho, professor assistente de neurologia e especialista em sono do Centro de Medicina do Sono da Mayo Clinic em Rochester, Minnesota.

Para esta pesquisa, 2.750 pessoas foram submetidas a aproximadamente cinco anos de avaliações neurológicas anuais e exames de imagem cerebral, junto com avaliações dos hábitos de sono, para investigar a associação entre insônia e alterações cerebrais.

De acordo com os dados, a insônia foi associada a um aumento de 40% no risco de comprometimento cognitivo. Pessoas que tinham insônia mas aumentaram seu tempo de sono ou utilizaram medicação não experimentaram o mesmo prejuízo à sua saúde cognitiva.

“Não podemos afirmar com certeza que tratar a insônia necessariamente reduzirá esses riscos, porque nos faltam esses dados… mas acredito que existe um interesse crescente nessa possibilidade”, disse Carvalho.

Como a insônia prejudica a saúde cerebral

A insônia é o distúrbio do sono mais comum que a Dra. Rachel Salas observa no Centro de Sono e Bem-estar de Johns Hopkins — e a condição envolve mais do que apenas ter dificuldade para adormecer, ela explica.

“Pode incluir problemas com a manutenção e qualidade do sono, que podem afetar o funcionamento diário e a saúde geral. A insônia crônica está associada a um risco aumentado de vários distúrbios cognitivos”, afirmou Salas, professora de neurologia da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins em Baltimore. Ela não participou da pesquisa.

Um bom sono é vital para a saúde cerebral de várias maneiras. O sono ajuda a limpar as sinapses desnecessárias, evitando assim a sobrecarga do cérebro.

Segundo Carvalho, pesquisas também sugerem que, ao longo do dia, resíduos se acumulam no cérebro, e o sono ajuda a eliminá-los. Ele acrescentou que o acúmulo de algumas dessas proteínas são marcadores da doença de Alzheimer.

Salas afirmou que o sono também é essencial para a consolidação da memória, regulação emocional e recuperação geral do cérebro. “O sono inadequado ou de baixa qualidade pode levar ao aumento da neuroinflamação e prejudicar a plasticidade sináptica, fatores que contribuem para o declínio cognitivo”, complementou.

Tratamento insuficiente

A insônia é comum, mas nem sempre recebe a atenção que merece. De acordo com Salas, pessoas com mais de 65 anos têm maior probabilidade de desenvolver um distúrbio do sono. No entanto, Carvalho ressalta que os idosos tendem a considerar o sono ruim como uma parte normal do envelhecimento.

Embora seja verdade que a idade está associada a algumas mudanças no sono, a insônia vai além disso, explicou ele. Carvalho enfatizou que dificuldades para iniciar o sono, mantê-lo, prejuízos durante o dia, fadiga, alterações de humor, questões cognitivas e problemas de pensamento não devem ser considerados normais conforme o envelhecimento.

Ele acrescentou que, em muitos grupos demográficos, a insônia tende a ser subnotificada pelos pacientes, subdiagnosticada e, consequentemente, subtratada.

Como dormir melhor

Carvalho explicou que a expectativa é que o tratamento mais adequado da insônia possa melhorar a qualidade de vida das pessoas e proteger o envelhecimento cerebral. Felizmente, intervenções simples podem tratar a insônia de forma eficaz, acrescentou.

O principal método de tratamento é a terapia cognitivo-comportamental para insônia, ou TCCI. Não se trata de terapia conversacional sobre experiências anteriores. Em vez disso, Carvalho explicou que a TCCI é um conjunto de princípios, ferramentas e orientações voltadas para questões que causam ou perpetuam a insônia.

Salas indicou que estabelecer uma rotina consistente de sono e praticar técnicas de relaxamento antes de dormir pode ser útil. Ela acrescentou que o ambiente adequado também é importante.

“Transforme seu quarto em uma caverna”, disse a Dra. Cheri D. Mah, médica especialista em sono e desempenho de atletas de elite, em uma reportagem anterior. Mah não participou da pesquisa.

“O ambiente precisa ser realmente escuro, silencioso e fresco — além de confortável.”

Segundo Carvalho, limitar o tempo de tela antes de dormir, reduzir o consumo de cafeína e álcool, não permanecer muito tempo na cama enquanto estiver acordado e praticar exercícios são medidas que podem ajudar a preparar o corpo para um bom sono.

De acordo com Salas, se você continuar enfrentando problemas de insônia mesmo após fazer algumas mudanças comportamentais, é importante consultar um médico ou especialista em sono.

“Todos procuram um único remédio que melhore seu sono, e é verdade que alguns pacientes podem precisar de medicação se as estratégias não funcionarem. Mas mesmo para os pacientes que seguem o caminho da medicação, ainda é necessário ter cautela com seus comportamentos”, afirmou.

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