A Copa do Mundo de 2026 vai registrar uma situação inédita fora das quatro linhas. Pela primeira vez, a maioria das seleções será comandada por técnicos estrangeiros. Ao todo, 27 das 48 equipes terão treinadores de outras nacionalidades.
O aumento é significativo em relação ao Mundial de 2022, quando menos de um terço das seleções tinham treinadores estrangeiros. Entre os principais técnicos estrangeiros confirmados na Copa estão:
Confira todos os treinadores estrangeiros:
- África do Sul – Hugo Broos, belga
- Áustria – Ralf Rangnick, alemão
- Colômbia – Néstor Lorenzo, argentino
- RD Congo – Sébastien Desabre, francês
- Portugal – Roberto Martínez, espanhol
- Uruguai – Marcelo Bielsa, argentino
- Nova Zelândia – Darren Bazeley, inglês
- Turquia – Vincenzo Montella, italiano
- Argélia – Vladimir Petković, suíço
- Haiti – Sébastien Migné, francês
- Canadá – Jesse Marsch, norte-americano
- Jordânia – Jamal Sellami, marroquino
- Equador – Sebastián Beccacece, argentino
- Paraguai – Gustavo Alfaro, argentino
- EUA – Mauricio Pochettino, argentino
- Inglaterra – Thomas Tuchel, alemão
- Bélgica – Rudi Garcia, francês
- Catar – Julian Lopetegui, espanhol
- Iraque – Graham Arnold, australiano
- Brasil – Carlo Ancelotti, italiano
- Uzbequistão – Fábio Cannavaro, italiano
- Suécia – Graham Potter, inglês
- Tunísia – Sabri Lamouchi, francês
- Curaçao – Fred Rutten, holandês
- Marrocos – Mohamed Ouahbi, belga
- Gana – Carlos Queiroz, português
Mesmo com a maioria estrangeira, um dado histórico segue intacto. Em todas as edições anteriores da Copa do Mundo, as seleções campeãs foram dirigidas por técnicos da própria nacionalidade. O torneio de 2026 surge como a primeira grande oportunidade de quebra desse padrão.
Outro ponto que chama atenção é a ausência de brasileiros entre os treinadores. Pela primeira vez, o país não terá representantes no comando de nenhuma seleção, nem mesmo na própria equipe nacional.







