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Amapá, Bahia e Pará têm as polícias mais letais do Brasil, aponta estudo

Relatório aponta uso excessivo da força em estados do Norte e Nordeste, com cidades onde maioria das mortes violentas foi causada por policiais

por CNN
24/07/2025
em Brasil
Tempo de leitura: 3 minutos
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Segundo o estudo, o Amapá teve a maior taxa do país, com 45,1 mortes por 100 mil habitantes decorrentes de intervenções policiais. • Márcio Pinheiro/Governo do Amapá

Segundo o estudo, o Amapá teve a maior taxa do país, com 45,1 mortes por 100 mil habitantes decorrentes de intervenções policiais. • Márcio Pinheiro/Governo do Amapá

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Os estados do Amapá, Bahia e Pará lideram o ranking nacional de letalidade policial, com as maiores taxas de mortes causadas por policiais em 2024. Os dados são do 19º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira (24).

Segundo o estudo, o Amapá teve a maior taxa do país, com 45,1 mortes por 100 mil habitantes decorrentes de intervenções policiais.

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Em seguida aparecem a Bahia, com 40,6, e o Pará, com 37,5. Os três estados registraram índices cinco vezes maiores que a média nacional, de 8,2 por 100 mil.Play Video

Cidades onde a polícia mata mais do que o crime organizado

Em 55 municípios brasileiros, a maioria das mortes violentas registradas em 2024 foi provocada por intervenções policiais. Em algumas dessas cidades, mais de 80% das mortes violentas intencionais (MVI) tiveram como autores agentes do Estado.

Na cidade de Porto Grande (AP), por exemplo, 100% das mortes violentas foram causadas por policiais. O mesmo ocorreu em Guajará (AM). No top 10 dos municípios com maior proporção de mortes causadas por policiais, cinco estão no Norte do país.

Já no Nordeste, municípios baianos como Camaçari, Simões Filho e Lauro de Freitas também aparecem com altos percentuais — acima de 60% das mortes violentas nessas cidades vieram da atuação policial.

O relatório alerta que essas cidades compartilham um padrão preocupante: forte presença de facções criminosas, vulnerabilidade social extrema e ações policiais com pouca supervisão e elevado grau de violência.

“A presença do Estado se materializa de forma letal nessas regiões. Onde faltam escolas, saúde e saneamento, sobra bala”, afirma um trecho do estudo.

Quem são as vítimas?

O perfil das vítimas da letalidade policial no Brasil permanece praticamente inalterado:

  • 91,1% são homens
  • 79% são negros
  • 48,5% têm até 29 anos
  • 73,8% morrem por arma de fogo
  • 57,6% das mortes ocorrem em via pública

O estudo feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que jovens negros e moradores das periferias continuam sendo os mais afetados pelas ações policiais letais.

Estados do Norte e Nordeste concentram letalidade

Além das altas taxas estaduais de Amapá, Bahia e Pará, a análise municipal reforça que os estados do Norte e Nordeste concentram as cidades onde a letalidade policial é mais crítica.

Das 55 cidades com maior proporção de mortes violentas causadas por policiais, 32 estão nas duas regiões. O relatório chama atenção para a ausência de políticas públicas integradas nesses territórios e a predominância de uma lógica de confronto no lugar da prevenção.

Diferenças entre estados

Enquanto Amapá, Bahia e Pará apresentam taxas superiores a 37 por 100 mil habitantes, outros estados, como São Paulo (8,2), Santa Catarina (8,5) e o Distrito Federal (8,9), mostram índices muito mais baixos, apesar de enfrentarem problemas de segurança similares.

A diferença revela desigualdades estruturais e operacionais no modo como as forças de segurança atuam no Brasil.

O Fórum Brasileiro de Segurança Pública defende que é urgente implementar reformas institucionais, com foco na redução da letalidade, controle externo das polícias e respeito aos direitos humanos.

O relatório mostra que, em muitos municípios, os agentes do Estado são responsáveis por mais mortes do que os criminosos, uma realidade que desafia o papel constitucional das polícias e compromete a confiança da população.

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