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Home Economia

Quais os produtos e países que Trump ameaçou tarifar até agora?

Na quarta-feira (19), republicano disse que deve anunciar uma série de novas tarifas "no próximo mês ou antes"

CNN por CNN
20/02/2025
em Economia
Tempo de leitura: 6 minutos
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Presidente dos EUA, Donald Trump, em Washington. • REUTERS

Presidente dos EUA, Donald Trump, em Washington. • REUTERS

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Durante sua campanha de retorno à Casa Branca, Donald Trump prometeu que iria adotar uma política econômica em prol da atividade norte-americana, dando estímulos à produção interna e impondo barreiras ao que viesse de fora.

Uma vez eleito e empossado presidente, o republicano começou a levantar as barreiras de sua política comercial protecionista, a ponto de estimativas da Tax Foundation apontarem que as tarifas aplicadas por Trump em menos de um mês no cargo superam as de seu primeiro mandato.

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Não satisfeito, o republicano anunciou na quarta-feira (19) que pode anunciar “no próximo mês ou antes” uma série de novas tarifas que vão encarecer desde chips até produtos farmacêuticos importados pelos EUA.

A seguir, confira todos os produtos e países os quais Trump já verbalizou estarem na mira de sua política comercial.

Produtos que podem ser ou serão tarifados

Dentre as tarifas vindouras, sinalizadas na quarta, elas poderão ser aplicadas sobre:Play Video

  • Carros;
  • Semicondutores e chips;
  • Drogas e outros produtos farmacêuticos;
  • Madeira.

Na sexta-feira (14) e na terça-feira (18), Trump já havia sinalizado que iria colocar em vigor, no dia 2 de abril, tarifas de pelo menos 25% sobre automóveis importados pelos EUA.

Anteriormente, o presidente dos EUA também havia dito que taxaria a compra de petróleo e gás vindos de fora do país. O prazo informado, porém, era até o dia 18 de fevereiro, mas, desde a ameaça inicial, nada mais concreto foi anunciado.

O mais concreto até o momento foi a taxação de 25% sobre todas as importações de aço e alumínio, oficializada no dia 10 de fevereiro, e sobre as quais Trump afirmou que não haveria exceções.

Tarifas recíprocas

Grande parte da política tarifária de Trump gira em torno da crença do republicano de que o comércio internacional seria injusto para o lado dos EUA.

Desse modo, no dia 13 de fevereiro, o presidente anunciou seu plano para um comércio “justo e recíproco”. O memorando trata da aplicação de barreiras recíprocas aos parceiros que cobram dos EUA alguma tarifa sobre os produtos norte-americanos.

As tarifas em questão ainda não foram oficializadas. O documento enviado por Trump diz que sua equipe terá um prazo para analisar caso a caso de cada país com quem os EUA se relacionam, para aplicar cobranças específicas a cada um.

Segundo Howard Lutnick, indicado de Trump para secretário de Comércio, os estudos sobre o assunto seriam concluídos até 1º de abril.

Num comunicado após a divulgação do plano, o presidente dos EUA apontou diretamente para alguns produtos de certos países, como:

  • O etanol brasileiro: “as tarifa dos EUA sobre o etanol é de apenas 2,5%. Mesmo assim, o Brasil cobra das exportações de etanol dos EUA uma tarifa de 18%. Como resultado, em 2024, os EUA importaram mais de US$ 200 milhões em etanol do Brasil, enquanto os EUA exportaram apenas US$ 52 milhões em etanol para o Brasil”, escreveu Trump no comunicado;
  • Bens agrícolas e motocicletas da Índia: “a tarifa média aplicada pela Nação Mais Favorecida (NMF) dos EUA sobre produtos agrícolas é de 5%. Mas a tarifa média NMF aplicada na Índia é de 39%. A Índia também cobra uma tarifa de 100% sobre as motocicletas dos EUA, enquanto cobramos apenas uma tarifa de 2,4% sobre as motocicletas indianas”;
  • Frutos-do-mar e carros europeus: “A União Europeia [UE] pode exportar todos os mariscos que quiser para a América. Mas a UE proíbe as exportações de marisco de 48 dos nossos [51] estados, apesar de se ter comprometido em 2020 a acelerar as aprovações para as exportações de marisco. Como resultado, em 2023, os EUA importaram US$ 274 milhões em marisco da UE, mas exportaram apenas US$ 38 milhões. A UE também impõe uma tarifa de 10% sobre carros importados. No entanto, os EUA impõem apenas uma tarifa de 2,5%”.

Economias diretamente afetadas

Além do comunicado sobre as tarifas recíprocas, Trump também já realizou outros ataques diretos a determinadas economias com suas tarifas.

As queixas do republicano sobre o desequilíbrio com a UE não vêm de agora, mas até o momento nada concreto foi direcionado ao bloco.

Mas na primeira leva de barreiras comerciais levantadas pelo republicano, tarifas foram confirmadas sobre os produtos vindos de seus vizinhos, Canadá e México, e da segunda maior economia do mundo, a China.

Porém, as taxas que seriam aplicadas sobre os países fronteiriços foram adiadas após seus respectivos chefes de Estado “se sentarem à mesa” para negociar com Trump.

Por outro lado, além da proteção comercial, o presidente dos EUA tem utilizado das ameaças tarifárias como munição retórica para negociar alguns de seus interesses. No caso de México e Canadá, Trump buscava um compromisso por parte dos vizinhos em reforçar suas fronteiras.

Enquanto os vizinhos norte-americanos acataram os termos de Trump, a China foi mais contundente.

Em sua resposta, os chineses levantaram tarifas sobre alguns produtos estratégicos dos EUA, medidas contra grandes empresas do país e, mais recentemente, denunciaram a política comercial trumpista à Organização Mundial do Comércio (OMC).

Outro país que já foi alvo das tarifas norte-americanas como recurso de pressão diplomática foi a Colômbia, sobre a qual havia ordenado tarifas de 25%, após o país recusar receber os deportados dos EUA sob condições degradantes.

O país latino americano ameaçou retribuir, mas, poucas horas após o início das tensões, as partes chegaram a um acordo sobre deportação de imigrantes e “baixaram as armas”.

Por fim, Trump também diz estar de olho nas movimentações dos membros do Brics. O grupo de economias emergentes tem como uma de suas prioridades ficar mais independente do dólar.

O presidente dos EUA diz que os países do Brics poderiam enfrentar tarifas de 100% dos EUA “se quiserem brincar com o dólar”.

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