O mercado de feijão apresenta baixa liquidez, diante da menor intenção de compra nas praças acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A lentidão nas aquisições do varejo reduziu a necessidade de reposição das indústrias, que passaram a priorizar o giro dos estoques antes de retomar as compras. Nesse cenário de demanda retraída, vendedores capitalizados buscam restringir as ofertas, a fim de limitar a pressão sobre as cotações.
Para o feijão-carioca, diante da baixa demanda, há dificuldade em manter os preços praticados nas semanas anteriores. Na sexta-feira (2/10), o indicador Cepea/CNA registrou, no noroeste de Minas Gerais, a cotação de R$ 312,18 a saca de 60 quilos para o grão de qualidade superior, uma queda de 2,76% em uma semana.
No feijão-preto, o movimento comprador também está menor, resultando em ajustes nos preços após as altas das semanas anteriores. No sul do Paraná, na sexta-feira, a cotação estava em R$ 262,66 a saca de 60 quilos, recuo semanal de 0,10%.







