A cantora Simone Mendes está envolvida em um caso judicial com Léo Stuart, guitarrista da banda Tihuana. A confusão se deu após o desabamento de um muro de uma obra no imóvel da sertaneja, em São Paulo, que atingiu uma propriedade do músico, e o caso corre no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).
No processo, ao qual o Metrópoles teve acesso, a defesa de Stuart afirma que o muro da residência de Simone em Alphaville, região de luxo de São Paulo, desabou em 6 de novembro de 2024, às 16h40.
Fotos anexadas na petição inicial mostram os estragos causados na casa do guitarrista. A defesa alega que o desabamento do muro causou uma “verdadeira avalanche de lama e entulho”. O documento ainda diz que a estrutura “derrubou várias árvores do pomar do autor, destruindo o lago de carpas, tendo inclusive matado uma das carpas”.
Veja:
“Diante da forte chuva e da falta de drenagem realizada na obra da Requerida, o muro da Requerida não suportou o volume de água, já que não haviam feito o sistema de escoamento de águas pluviais, o que já foi confirmado pelo condomínio e pela Defesa Civil, que esteve no local no dia do ocorrido e constatou os enormes estragos e prejuízos causados ao autor”, diz a defesa de Stuart.
O que diz a defesa?
Em contato com o Metrópoles, o advogado Marcelo Fernandes Madruga, responsável pela defesa de Stuart, afirma que “houve destruição de estruturas da propriedade, invasão de lama na residência, danos à área externa, pomar, canil, sistema de abastecimento de água e outros bens, além do risco à integridade física dos moradores“.
O advogado do músico ainda diz que a Justiça determinou a paralisação da obra e “a reconstrução dos muros e das partes atingidas, com a restauração do imóvel”, além de alegar que Simone faltou a uma audiência presencial solicitada pela equipe.
“Foi marcada uma audiência presencial de tentativa de conciliação solicitada inclusive pela defesa da Simone, que infelizmente não se realizou, justamente pela ausência tanto da Simone como de seus advogados. Após a ausência nos manifestamos requerendo o julgamento tendo em vista as provas que já constam dos autos, e o processo está na conclusão aguardando decisão”, finaliza.
O Metrópoles tenta contato com a equipe de Simone Mendes, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto.







