Com uma alta expressiva de 45,9% no estoque de postos formais no acumulado de janeiro de 2023 a junho de 2026, o Tocantins figura entre os principais destaques nacionais na geração de emprego. Os dados integram a RAIS Mensal de junho, divulgada nesta quinta-feira (13/8) em cerimônia no Ministério do Trabalho e Emprego com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O levantamento revela que, no mesmo período de três anos e meio, o mercado de trabalho brasileiro acumulou 10.100.342 novos vínculos formais, uma expansão nacional de 19,1% que elevou o estoque do país para 62.891.209 postos ativos.
Do total de 10,1 milhões de vagas criadas no país desde 2023, 7,9 milhões de postos foram consolidados até o final de 2025, somados a 2,2 milhões de novos vínculos gerados apenas no primeiro semestre de 2026 (um crescimento de 3,6% no ano).
O desempenho tocantinense impulsionou a Região Norte, que liderou o crescimento relativo no país com avanço de 34,7% no período. Em seguida, destacam-se o Centro-Oeste (28,6%), o Nordeste (27,6%), o Sudeste (14,6%) e o Sul (12,3%). Em termos percentuais estaduais acumulados desde 2023, os maiores destaques foram Roraima (70,8%), Distrito Federal (51,9%), Amapá (48,8%), Tocantins (45,9%) e Piauí (39,5%). Em números absolutos, São Paulo liderou com 1,64 milhão de novos vínculos, seguido por Minas Gerais (1,29 milhão), Rio de Janeiro (683 mil), Distrito Federal (649 mil) e Bahia (641 mil).
No plano nacional, o crescimento acumulado reúne os 7,9 milhões de postos registrados até o final de 2025 e a adição de 2,2 milhões de vagas no primeiro semestre de 2026, alta de 3,6% no ano. Os contratados sob o regime CLT, incluídos os temporários, registraram a maior expansão absoluta no período, com a criação de 4,75 milhões de vínculos (10,9%), subindo de 43,4 milhões em janeiro de 2023 para 48,15 milhões em junho deste ano. No funcionalismo público, a expansão atingiu 5,1 milhões de postos, somando 14,3 milhões de vínculos ativos.
Entre dezembro de 2025 e junho de 2026, a movimentação privada somou 919.621 novos contratos celetistas e temporários (1,9%), ampliando o estoque do setor de 47,2 milhões para 48,15 milhões. O setor público registrou incremento de 1,51 milhão de postos (11,9%), passando de 12,79 milhões para 14,31 milhões. As demais categorias — avulsos, dirigentes sindicais, cedidos e diretores não empregados — cresceram 6,3%, avançando de 402 mil para 429 mil vínculos.
Setores Econômicos
O setor de Serviços registrou o maior avanço absoluto, com acréscimo de 8,45 milhões de postos (28,3%), elevando o estoque de 29,81 milhões para 38,26 milhões de trabalhadores e expandindo sua fatia no mercado formal de 56,5% para 60,8%. O segmento composto por administração pública, educação, saúde e serviços sociais cresceu 42,1% (6,03 milhões de vagas). Atividades de informação, comunicação, financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas avançaram 16% (1,5 milhão de vagas).
A Indústria adicionou 832 mil postos (10%), alcançando 9,15 milhões de empregos. A Construção Civil avançou de 2,68 milhões para 3,04 milhões de vínculos (13,3%, ou 357 mil postos). O Comércio expandiu 3,3% (340 mil vagas), somando 10,54 milhões, e a Agropecuária subiu 5% (88 mil postos), totalizando 1,86 milhão de vagas em junho.
Perfil Demográfico A participação feminina apresentou crescimento expressivo no período. O estoque de trabalhadoras formais subiu 25%, com acréscimo de 5,36 milhões de postos, passando de 23,34 milhões para 29,18 milhões. Entre os homens, a alta registrou 14,5% (4,26 milhões de empregos), atingindo 33,71 milhões. Com o resultado, a presença das mulheres no estoque formal evoluiu de 44,5% para 46,4%.
Por nível de escolaridade, profissionais com ensino médio completo registraram o maior avanço absoluto, com 5,7 milhões de novos vínculos (20,3%), totalizando 33,70 milhões de trabalhadores. Profissionais com ensino superior incompleto somaram 370 mil vagas (16,9%), alcançando 2,56 milhões. A faixa de trabalhadores com superior completo ou formação equivalente subiu de 11,8 milhões para 15,2 milhões de vínculos, alta de 29,1% (3,4 milhões de vagas).
A análise por faixa etária indica avanço de 13,5% entre jovens de até 24 anos (990 mil vagas), totalizando 8,30 milhões de trabalhadores. A faixa de 40 a 49 anos cresceu 23,5% (3,05 milhões de vínculos) e o grupo de 50 a 64 anos subiu 34,7% (3,26 milhões). O maior crescimento relativo ocorreu entre trabalhadores de 65 anos ou mais, cujo estoque avançou 73,6% (731 mil vagas), passando de 993 mil para 1,64 milhão de postos.
Na divisão por raça ou cor, a população parda registrou a maior expansão absoluta, com adição de 12,8 milhões de postos (88,3%), alcançando 27,34 milhões de trabalhadores em junho de 2026. A população branca somou 8,74 milhões de empregos (48,2%), atingindo 26,88 milhões. O grupo de trabalhadores pretos expandiu 85,4% (2,15 milhões de novos postos), totalizando 4,66 milhões. A população amarela registrou alta de 114,5% (320 mil postos) e a população indígena avançou 164,8% (90 mil vínculos).
No plano nacional, o crescimento acumulado reúne os 7,9 milhões de postos registrados até o final de 2025 e a adição de 2,2 milhões de vagas no primeiro semestre de 2026, alta de 3,6% no ano. Os contratados sob o regime CLT, incluídos os temporários, registraram a maior expansão absoluta no período, com a criação de 4,75 milhões de vínculos (10,9%), subindo de 43,4 milhões em janeiro de 2023 para 48,15 milhões em junho deste ano. No funcionalismo público, a expansão atingiu 5,1 milhões de postos, somando 14,3 milhões de vínculos ativos.
Entre dezembro de 2025 e junho de 2026, a movimentação privada somou 919.621 novos contratos celetistas e temporários (1,9%), ampliando o estoque do setor de 47,2 milhões para 48,15 milhões. O setor público registrou incremento de 1,51 milhão de postos (11,9%), passando de 12,79 milhões para 14,31 milhões. As demais categorias — avulsos, dirigentes sindicais, cedidos e diretores não empregados — cresceram 6,3%, avançando de 402 mil para 429 mil vínculos.
Setores Econômicos
O setor de Serviços registrou o maior avanço absoluto, com acréscimo de 8,45 milhões de postos (28,3%), elevando o estoque de 29,81 milhões para 38,26 milhões de trabalhadores e expandindo sua fatia no mercado formal de 56,5% para 60,8%. O segmento composto por administração pública, educação, saúde e serviços sociais cresceu 42,1% (6,03 milhões de vagas). Atividades de informação, comunicação, financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas avançaram 16% (1,5 milhão de vagas).
A Indústria adicionou 832 mil postos (10%), alcançando 9,15 milhões de empregos. A Construção Civil avançou de 2,68 milhões para 3,04 milhões de vínculos (13,3%, ou 357 mil postos). O Comércio expandiu 3,3% (340 mil vagas), somando 10,54 milhões, e a Agropecuária subiu 5% (88 mil postos), totalizando 1,86 milhão de vagas em junho.
Perfil Demográfico
A participação feminina apresentou crescimento expressivo no período. O estoque de trabalhadoras formais subiu 25%, com acréscimo de 5,36 milhões de postos, passando de 23,34 milhões para 29,18 milhões. Entre os homens, a alta registrou 14,5% (4,26 milhões de empregos), atingindo 33,71 milhões. Com o resultado, a presença das mulheres no estoque formal evoluiu de 44,5% para 46,4%.
Por nível de escolaridade, profissionais com ensino médio completo registraram o maior avanço absoluto, com 5,7 milhões de novos vínculos (20,3%), totalizando 33,70 milhões de trabalhadores. Profissionais com ensino superior incompleto somaram 370 mil vagas (16,9%), alcançando 2,56 milhões. A faixa de trabalhadores com superior completo ou formação equivalente subiu de 11,8 milhões para 15,2 milhões de vínculos, alta de 29,1% (3,4 milhões de vagas).
A análise por faixa etária indica avanço de 13,5% entre jovens de até 24 anos (990 mil vagas), totalizando 8,30 milhões de trabalhadores. A faixa de 40 a 49 anos cresceu 23,5% (3,05 milhões de vínculos) e o grupo de 50 a 64 anos subiu 34,7% (3,26 milhões). O maior crescimento relativo ocorreu entre trabalhadores de 65 anos ou mais, cujo estoque avançou 73,6% (731 mil vagas), passando de 993 mil para 1,64 milhão de postos.
Na divisão por raça ou cor, a população parda registrou a maior expansão absoluta, com adição de 12,8 milhões de postos (88,3%), alcançando 27,34 milhões de trabalhadores em junho de 2026. A população branca somou 8,74 milhões de empregos (48,2%), atingindo 26,88 milhões. O grupo de trabalhadores pretos expandiu 85,4% (2,15 milhões de novos postos), totalizando 4,66 milhões. A população amarela registrou alta de 114,5% (320 mil postos) e a população indígena avançou 164,8% (90 mil vínculos).







