Os preços da mandioca continuam em alta nas regiões produtoras, em meio à menor disponibilidade de matéria-prima, informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A oferta continua refletindo a retração de produtores, diante da baixa rentabilidade observada nos últimos meses, e o menor ritmo de colheita, devido ao avanço do plantio do novo ciclo.
No encerramento de julho, no noroeste do Paraná, o indicador do Cepea para a mandioca registrou a cotação de R$ 517,65 a tonelada, uma alta de 8,70% em relação ao preço médio de junho na mesma região.
De acordo com pesquisadores do Cepea, no curto prazo, ainda não há sinais de retomada da colheita, sobretudo diante da prioridade dada ao plantio. Além da conjuntura de preços e rentabilidade, o elevado endividamento e a menor disponibilidade de crédito para custeio continuam a limitar os investimentos.







