Os preços do milho voltaram a subir ao longo da semana passada no Estado de São Paulo. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a alta ocorre devido à posição firme de vendedores, que estão atentos às condições climáticas e às valorizações internacionais.
Além disso, os valores também foram influenciados pelos estoques reduzidos e pela necessidade imediata de abastecimento. Consumidores voltaram a negociar volumes para entrega no curto prazo e aceitam pagar preços mais elevados no mercado físico, enquanto aguardam o avanço da colheita da segunda safra, que deve aumentar a oferta.
Na sexta-feira (3/7), o indicador do milho do Cepea, baseado na região de Campinas (SP), registrou a cotação de R$ 64,05 a saca de 60 quilos, uma alta de 0,74% nos três primeiros dias úteis de julho. No entanto, as cotações seguem em queda na maior parte do País, sobretudo em regiões do Centro-Oeste, refletindo o avanço da colheita da segunda safra.
Ainda assim, compradores indicam que estão abastecidos e, com isso, limitam as aquisições no curto prazo, priorizando apenas necessidades imediatas e restringindo reações nos preços.







