O Botafogo recebeu mais uma punição da Fifa e chegou ao sexto transfer ban em 2026. Desta vez, a sanção está relacionada à contratação do zagueiro uruguaio Lucas Villalba, adquirido junto ao Nacional, do Uruguai, por cerca de 3 milhões de dólares (R$ 16,3 milhões na cotação da época).
O defensor foi o primeiro reforço anunciado pelo clube para a temporada e teve dificuldades para ser inscrito devido a punições anteriores.
O transfer ban impede que o clube registre novos jogadores até que as pendências sejam resolvidas. Em alguns casos, a punição pode durar por um número determinado de janelas de transferências; em outros, permanece por tempo indeterminado até que a dívida seja quitada.
A nova penalidade se soma a uma série de processos envolvendo dívidas em transferências internacionais. O Botafogo também foi punido por pendências com o Atlanta United na contratação de Thiago Almada, com o Ludogorets pela compra de Rwan Cruz, com o New York City pela negociação de Santi Rodríguez e com o Zenit pela chegada de Artur. Além disso, o clube recebeu uma sanção administrativa adicional pelo não pagamento de multas impostas pela própria Fifa.
Entre os casos mais relevantes está o de Artur, contratado junto ao Zenit. O clube foi condenado a quitar três parcelas de 1,9 milhão de euros cada, totalizando 5,7 milhões de euros (cerca de R$ 34,1 milhões). No caso de Thiago Almada, a dívida chegou a ser renegociada com o Atlanta United, mas o não pagamento de uma das parcelas resultou em uma punição mais severa. O mesmo aconteceu em negociações envolvendo Rwan Cruz e Santi Rodríguez.
Com a nova sanção relacionada a Lucas Villalba, o Botafogo amplia a lista de problemas financeiros em negociações internacionais e segue pressionado a regularizar sua situação junto à Fifa.







