O Brasil deve atender até a primeira semana de maio toda a cota de exportação de carne bovina para a China. Foi o que afirmou, nesta quarta-feira (8/2), o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Roberto Perosa, durante o Encontro de Confinamento e Recriadores realizado pela Scot Consultoria em Ribeirão Preto (SP).
Ele disse que houve uma aceleração dos embarques em março, depois que o governo decidiu não regular as exportações, e o volume exportado nos primeiros três meses já passou de 40% da cota. Ressaltou, no entanto, que as autoridades chinesas ainda não consolidaram os números do mês passado.
Para o executivo, a questão da cota, que reduziu 35% o volume de importação de carne brasileira pela China neste ano, é a principal preocupação do setor, já que as negociações para uma revisão do volume não avançaram e não há no horizonte abertura rápida de novos mercados para receber a carne que iria para a China.
Perosa disse ainda que o caso recente de febre aftosa registrado no norte da China não tem impacto para o Brasil, porque foram abatidos 10 mil animais, numero pequeno e pouco representativo do rebanho chinês.






