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Home Saúde

Hepatologistas explicam o que causa gordura no fígado

Doença silenciosa ligada à obesidade, diabetes e álcool pode evoluir para cirrose e câncer de fígado

por Metrópoles
18/03/2026
em Saúde
Tempo de leitura: 4 minutos
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Mohammed Haneefa Nizamudeen/Getty Images

Mohammed Haneefa Nizamudeen/Getty Images

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A gordura no fígado, conhecida na medicina como doença hepática gordurosa ou esteatose, tem se tornado cada vez mais comum no mundo. O problema acontece quando há acúmulo excessivo de gordura dentro das células do fígado, o que pode prejudicar o funcionamento do órgão e evoluir para quadros graves.

Segundo a hepatologista Vivianne Melo, da clínica AMO, em Salvador, a condição está principalmente associada a alterações metabólicas.

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“A doença gordurosa do fígado é a infiltração de gordura nas células hepáticas e está principalmente associada a fatores metabólicos, como obesidade, diabetes e alterações no colesterol e triglicérides”, explica.

De acordo com a especialista, o aumento da obesidade na população fez a doença se tornar mais frequente. O problema preocupa porque pode evoluir para inflamação do fígado, formação de cicatrizes no órgão, chamadas de fibrose, e, em casos mais graves, cirrose ou câncer.

Relação com obesidade e diabetes

O hepatologista Adriano Moraes, do Hospital Santa Lúcia Sul, afirma que o excesso de peso é um dos principais fatores ligados ao acúmulo de gordura no fígado. “O excesso de peso está extremamente relacionado à gordura no fígado, principalmente quando existe uma condição metabólica chamada resistência à insulina, que facilita o acúmulo de gordura no órgão”, afirma.

Segundo ele, doenças como diabetes, colesterol alto e hipertensão, que fazem parte da chamada síndrome metabólica, também aumentam o risco de desenvolver o problema.

Além disso, hábitos de vida influenciam diretamente. Dietas ricas em açúcar, carboidratos refinados e gorduras saturadas, combinadas com sedentarismo, favorecem o acúmulo de gordura no fígado.

Álcool também pode agravar a doença

Embora muitas pessoas associem o problema apenas ao consumo de bebidas alcoólicas, especialistas alertam que a gordura no fígado também pode surgir em pessoas que não bebem.

Mesmo assim, o álcool continua sendo um fator importante. Vivianne Melo explica que o consumo frequente pode aumentar ainda mais o risco de complicações.

“O álcool por si só pode causar gordura no fígado e é comum que ele esteja associado a fatores metabólicos. Essa combinação aumenta o risco de evolução para cirrose e câncer de fígado”, afirma.

Doença silenciosa

Um dos maiores desafios da doença é que ela costuma não apresentar sintomas nas fases iniciais. Muitas vezes, o diagnóstico acontece por acaso durante exames de rotina.

Segundo Adriano Moraes, quando os sintomas aparecem geralmente indicam estágios mais avançados da doença. “Na maioria das vezes, a gordura no fígado é silenciosa e aparece como achado em exames. Os sintomas costumam surgir apenas nas fases mais avançadas”, explica.

Entre os sinais que podem surgir em estágios tardios estão cansaço, perda de apetite, náuseas e, nos casos mais graves, pele e olhos amarelados.

Risco de complicações

Quando não tratada, a esteatose pode evoluir para inflamação do fígado, fibrose e cirrose. A doença também é considerada uma das principais causas de câncer hepático e de transplante de fígado.

Além disso, pessoas com gordura no fígado apresentam maior risco cardiovascular devido às alterações metabólicas associadas, como diabetes e colesterol elevado.

Como prevenir

Os especialistas destacam que mudanças no estilo de vida são fundamentais para prevenir e controlar o problema.

Entre as principais recomendações estão:

  • Manter peso adequado;
  • Adotar alimentação equilibrada, com menos açúcar e gorduras;
  • Praticar atividade física regularmente;
  • Evitar consumo excessivo de álcool;
  • Controlar doenças como diabetes, hipertensão e colesterol alto.

Embora muitas vezes passe despercebida, a gordura no fígado pode trazer consequências sérias quando não tratada. Por isso, especialistas recomendam atenção aos fatores de risco e acompanhamento médico regular.

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