Meus Amigos e Minhas Amigas,
Recentemente fui abordado por um grupo de leitores e ouvintes querendo saber se sou Lula ou Bolsonaro… com toda tranquilidade para não parecer incomodado com a indagação ou mal educado respondi:
“Eu sou Eu!”
Após a conversa agradável e amistosa, trafegando à noite pelas ruas desertas da minha Miracema, pensei cá com meus botões o quanto o Brasil está polarizado politicamente, ultrapassando todos os limites.
Ainda bem que não discuto política; em que pese ter exercido vários mandatos eletivos, e outros cargos na esfera pública, confesso que falo sobre o tema porque gosto, muito além dos ossos do ofício.
Tal acontecimento me fez lembrar um comentário de alguém próximo a mim que questionava algo sobre um determinado comportamento meu, aliás, como as pessoas estão polêmicas, com dificuldades em concordar, às vezes só porque uma “influencer” dessas que tem aos milhares na internet, que vive diferente do que prega, falou algo em uma palestra, quer dizer, o pensamento da palestrante anula o que a pessoa pensa, e as vezes até mesmo a própria pessoa.
Seria a tal da “lavagem cerebral?”
E o pior, é que elas ou eles possuem milhões de seguidores e vendem cada vez mais livros e tudo que se possa imaginar, muitos pregando e incutindo que a grama do vizinho é mais verde, não dizendo que elas são sintéticas.
AO FIM E AO CABO…
Penso que em determinadas fases da vida a gente não deve se preocupar tanto com o externo, ou seja, como diria o Rei Roberto Carlos “Só vou gostar de quem gosta de mim”, o que contraria o preceito bíblico que nos ensina “amar o próximo como a ti mesmo”.
CONVERSANDO COMIGO…
Pelas ruas do centro histórico pensei:
Devo agradecer a DEUS por ter conquistado o que sonhei em todos os aspectos, e pela sabedoria de entender que ser feliz está nas coisas simples da vida, e não em devaneios buscando o desconhecido, uma liberdade utópica, ou seja, ser uma “Alice no País das Maravilhas” ou quem sabe na eterna busca do seu príncipe ou princesa, literalmente “encantados”, ou até querendo construir uma casinha na árvore do seu quintal.
CONSTATEI…
O quanto é bom desfrutar da simplicidade e pacatez de Miracema, onde, por exemplo, posso ser atendido sem filas em um PEG-PAG pelo proprietário de short e sem camisa com muita simpatia pela manhã, e na mesma manhã em um grande e moderno supermercado da capital, mesmo com filas no açougue e no caixa, as vezes enfrentando o mal humor do funcionário; como é bom sair cinco da manhã para Palmas, fazer um determinado exame e as oito e meia está em casa em Miracema tomando meu cafezinho.
Como é bom desfrutar das coisas boas da capital, e manter as melhores coisas da vida do interior.
Como é bom viver na planície podendo subir a montanha sempre que quiser, sem muito esforço.
Como é bom ser reconhecido por todos, ser bem tratado em sua “terrinha” no interior, e ser um desconhecido, passando incólume aos olhos dos transeuntes da capital, da cidade grande.
Ser mais um no meio da multidão!
E eu que não aprecio a tal da polarização, ao que parece, vivo no meio dela, ou seja, entre a “minha Miracema” e Palmas, que se não é minha, pelo menos posso afirmar “gosto muito de você”.
SÓ ME RESTA DIZER, ENTÃO…
Se outro grupo de pessoas me perguntar se sou um dos “últimos românticos” ou “apenas um rapaz latino americano”, responderei:
“Esse cara sou EU!”
Essa é a minha Opinião!
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