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Unicamp 2026: 1ª fase tem relatos de desafios para garantir acessibilidade, ansiedade e apoio familiar

Entre os candidatos, figuraram jovens conciliam trabalho e estudo, vestibulandos experientes e estreantes que lidam com a pressão da prova.

G1 por G1
27/10/2025
em Educação
Tempo de leitura: 7 minutos
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Unicamp 2026: candidatos fazem prova da 1ª fase em Campinas — Foto: Thomaz Marostegan/g1

Unicamp 2026: candidatos fazem prova da 1ª fase em Campinas — Foto: Thomaz Marostegan/g1

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A primeira fase do vestibular 2026 foi aplicada neste domingo (26) e foi marcada por relatos de dificuldades no acesso para pessoas com deficiência, rotinas dedicadas à prova, ansiedade e apoio familiar.

Entre os candidatos, figuraram jovens conciliam trabalho e estudo, vestibulandos experientes e estreantes que lidam com a pressão da prova – confira abaixo

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Os candidatos responderam 72 questões ao longo de cinco horas. Este é o segundo ano consecutivo que a universidade aplica a prova no período da manhã. No ano passado, a mudança foi avaliada positivamente pela Comvest, comissão que organiza o vestibular.

O exame abordou temas como a participação da atriz Fernanda Torres no filme “Ainda Estou Aqui” e memes com a personagem Nazaré Tedesco, da novela “Senhora do Destino”. A prova também discutiu a noção de gosto com uma foto de uma feijoada gourmet postada pelo ator Chay Suede em 2022. Confira os assuntos abordados aqui.

Desafios para garantir acessibilidade

Em Piracicaba (SP), o estudante Pedro Paulo, de 16 anos, prestou a 1ª fase do vestibular da Unicamp como treineiro para a área de Ciências da Natureza. Pedro é cadeirante e precisa de um monitor durante a realização da prova, mas a mãe, Márcia Pereira Carvalho, relatou dificuldades para garantir o atendimento acessível.

“Não é [um processo fácil]. Tanto é que veio errado, veio dizendo que estava com monitor só para o segundo dia, daí ele teve que fazer [a inscrição] de novo”, contou Márcia.

Segundo ela, o pedido exige o preenchimento de formulário, envio de laudo médico e documento de identificação pelo site da universidade. O processo, no entanto, teve falhas e precisou ser repetido.

A mãe também demonstrou preocupação com possíveis barreiras físicas no local. “Você está vendo a escada ali? Eu não sei o que vou fazer”, disse, ao observar o acesso principal à Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba (Fumep), onde o filho faria a prova.

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) informou que o prédio da Fumep tem entrada acessível para pessoas com mobilidade reduzida. A instituição afirmou que candidatos com solicitações deferidas recebem atendimento garantido no dia da prova. No caso de Pedro, a solicitação de um transcritor e uma cadeira especial na sala foi registrada e atendida normalmente.

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Jovens conciliam trabalho e estudo

A dedicação é o que move jovens como Luke Hades Delfino Souza, de 23 anos, e Maria Eduarda Barbosa, de 18 anos, que enfrentam jornadas duplas para tentar conquistar uma vaga na Unicamp.

Luke divide o tempo entre o estágio e o cursinho popular à noite. Já conseguiu uma bolsa integral do Prouni para cursar Pedagogia em uma universidade particular, mas não abre mão do sonho de estudar na Unicamp. “É meu sonho desde criança”, afirma.

Maria quer seguir carreira como professora de Educação Física ou Ciências do Esporte. “Sempre quis ser professora de Educação Física. Gosto desse ramo de esportes”, disse. Ela faz cursinho popular aos sábados e trabalha em uma loja de semijoias em Campinas.

“O mais difícil tem sido conciliar estudo e trabalho. Escuto podcasts e vejo videoaulas no trabalho mesmo, vou anotando os pontos que marcam”, explicou.

Moradora de Campinas (SP), Maria vive com a mãe e o irmão mais novo e ajuda nas despesas de casa. “Quero dar uma estabilidade para os dois”, afirmou. Apesar do cansaço e da ansiedade, ela mantém a esperança. “Depois da prova, vou ver minha namorada, acho que isso vai acalmar um pouco”, disse.

Amizade que impulsiona

Amigas desde os quatro anos, Elisa e Melissa se conheceram ainda na educação infantil. “Foi quando eu tava brincando sozinha. Aí falaram pra mim que tinha chegado uma menina nova que tinha minha idade. Eu perguntei se ela queria brincar comigo, e a gente começou a brincar”, contou Elisa.

Desde então, as duas seguiram juntas. Agora, aos 16 e 17 anos, elas enfrentam mais um desafio lado a lado: a 1ª fase do vestibular da Unicamp 2026, como treineiras. Mesmo com o nervosismo, elas se apoiam. “É um porto seguro”, disse Melissa.

A mãe de Elisa, Aline Oliveira, é enfermeira e trabalha há 28 anos no Hospital de Clínicas da Unicamp. “Eu acho que nessa fase em que os nossos filhos são treineiros, a preocupação é mais dos pais, na verdade”, afirmou.

Fabiana José, corretora de seguros e mãe de Melissa, também acompanha de perto a rotina da filha. “Apesar de não estar valendo, elas têm aí de uma série de provas. Então, toda semana é estudo. Todo final de semana tem envolvimento com alguma prova pra treinar”, contou.

Ela reforça a importância da amizade entre as duas jovens. “Elas que optaram por vir juntas. Para elas é importante. Uma apoia a outra.”

Nervosismo e rotina dedicada

Rafaela, que tenta o curso de Medicina pela primeira vez, chegou ao local de prova tomada pela ansiedade. “Estou muito ansiosa, muito nervosa também, não consegui dormir à noite”, contou.

Ela afirma que sentiu dificuldades na preparação. “Estudar foi um desafio mesmo. Eu fui atrás das provas antigas, vendo o que eles davam nas últimas vezes e esperar que isso ajude”, relatou.

Emily e Heloísa, ambas com 18 anos, também enfrentaram o momento com nervosismo, mas com esperança. As duas são as primeiras de suas famílias a tentar ingressar no ensino superior e prestam a prova para Fonoaudiologia e Ciências Sociais, respectivamente.

Emily contou que recebeu palavras de incentivo de um professor, o que ajudou a acalmar: “Ele falou que estaria tudo bem se a gente não passasse, e que teria outras chances também.”

Já Gabriel Henrique dos Santos, de 20 anos, está na segunda tentativa e se preparou sozinho, sem cursinho. “Todos os dias eu me programava para estudar uma matéria, então era uma matéria por dia, em média de 4, 5 horas”, disse.

Inspirado pelo filme “Mãos Talentosas”, sobre o neurocirurgião Ben Carson, Gabriel decidiu seguir a carreira médica ainda na infância. “Por conta do Ben Carson, eu decidi fazer medicina”, afirmou.

Virada de rumo

Clara, de 20 anos, decidiu trocar o curso de direito pela medicina e presta o vestibular da Unicamp pela primeira vez. A mudança de planos veio em março, ainda durante o primeiro ano da faculdade.

“Este ano está sendo mais como um teste, para ano que vem, se Deus quiser, arrebentar”, disse Clara, que se prepara com cursinho online e conta com o apoio da família. “Até uma pena se torna leve quando ela é dividida”, afirmou.

Já Guilherme, também de 20 anos, morador de Sumaré (SP), faz a prova pela terceira vez e tenta uma vaga em Ciências Econômicas. “Este é o primeiro ano que estou prestando de verdade. Estudei bastante, então estou confiante”, disse.

Ele fez cursinho popular e conciliou os estudos com o trabalho na própria instituição. “Trabalhava lá e estudava lá. Meus momentos de lazer também eram lá, conversando com a galera”, contou.

Apesar dos desafios, Guilherme acredita que o apoio dos pais é fundamental.

“Eles me incentivam bastante a fazer faculdade. Não querem para mim o que eles não tiveram acesso”, afirmou.

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