Trabalhadores terceirizados que atuam nas escolas municipais de Belo Horizonte (MG) realizaram, nesta quarta-feira (11/3), mais uma manifestação no centro da capital mineira. O protesto faz parte da mobilização da categoria, que está em greve há mais de duas semanas.
O ato começou na Praça da Estação e seguiu em caminhada até a sede da Prefeitura de Belo Horizonte, na avenida Afonso Pena. No local, os trabalhadores realizaram uma assembleia para discutir os próximos passos do movimento e a possibilidade de continuidade da paralisação.
A greve teve início em 23 de fevereiro. Entre os principais motivos do movimento estão a preocupação com a transição de contratos da Prefeitura de BH com a empresa Minas Gerais Administração e Serviços (MGS) para novas empresas ou organizações da sociedade civil, além de reivindicações relacionadas a salários e direitos trabalhistas.
Os profissionais pedem garantias de manutenção dos direitos em caso de troca de empresa responsável pelos contratos, pagamento de verbas rescisórias e contratação com carteira assinada. Também cobram recomposição salarial e que eventuais mudanças não provoquem redução nos salários de funções como profissionais de apoio ao educando e trabalhadores da cantina escolar.
Durante a manifestação, o trânsito ficou lento em trechos da região central, especialmente na avenida Afonso Pena.
O Metrópoles solicitou posicionamento da MGS e da Secretaria de Educação de Belo Horizonte, mas não teve retorno até a publicação da matéria. O espaço permanece aberto.






