Esta sexta-feira (16/1) marca um dia importante para o futuro do São Paulo. Às 18h30, o clube terá a votação do impeachment que definirá a permanência do presidente Julio Casares no comando do Tricolor.
A votação será dividida em duas partes. A primeira é realizada com a participação dos conselheiros. Caso Casares receba 75% dos votos (192 votos ou mais, dos 255 conselheiros), ele será afastado até a segunda metade do processo: a assembleia geral.
Nesta fase, os sócios de clube votam para a destituição em definitivo ou não de Casares do cargo. Caso a maioria mínima vote a favor do impeachment, o presidente do São Paulo deixará a cadeira de forma efetiva.
A segunda etapa pode ocorrer até 30 dias depois da votação do impeachment, caso este seja aprovado na primeira etapa. A primeira parte será coordenada por Olten Ayres, presidente do Conselho Deliberativo. A votação é secreta e será feita de maneira presencial no clube.
Caso deixe o cargo, o vice-presidente, Harry Massis Junior, assume o mandato de Casares até dezembro de 2026. A votação que define o novo presidente para o triênio de 2027 a 2029 acontece apenas no fim de 2026.







