O preço da soja encerrou a semana em alta na maior parte das regiões brasileiras, acompanhando as cotações internacionais. Das 38 praças monitoradas pela consultoria AgRural, 26 registraram aumentos nas cotações do grão na sexta-feira (16/1), enquanto 11 tiveram estabilidade nos valores. Apenas em Maringá (PR) houve queda nos preços.
Já na referência do porto de Paranaguá (PR), as cotações sofreram baixa. O indicador Cepea/Esalq registrou o valor médio de R$ 131,45 a saca de 60 quilos para os negócios realizados no terminal, um recuo diário de 0,11%. No acumulado de janeiro, o indicador apresenta baixa de 6,78%.
Em Chicago, a soja iniciou a sessão em baixa, mas os principais contratos acabaram terminando o dia com valorizações próximas de 0,5%. Números de exportação e de processamento do grão nos Estados Unidos foram os principais fatores de suporte às cotações, avalia a consultoria Granar, da Argentina.
De outro lado, a expectativa positiva para a safra brasileira pode ser fator de pressão. Nesta semana, a Companhia Nacional de Abastecimento ajustou sua previsão para a safra 2025/26 da oleaginosa para 176,24 milhões de toneladas. Se o número se confirmar, será um aumento de 2,7% em comparação com a temporada 2024/25.
Levantamento da AgRural mostra a saca de soja a R$ 132 em Ponta Grossa (PR). Em Passo Fundo (RS), o valor permaneceu em R$ 130. Também foram registradas as cotações de R$ 105 em Sorriso (MT); R$ 117,50, em Luís Eduardo Magalhães (BA); R$ 114 no Triângulo Mineiro; e R$ 120 em Dourados (MS).







