O primeiro dia útil de negociações da soja no mercado brasileiro foi de preços mais altos. Nesta sexta-feira (2/1), o indicador Cepea/Esalq no porto de Paranaguá chegou a R$ 142,14, com elevação de 0,80% em relação ao dia 30/12.
De acordo com Luiz Pacheco, analista da T&F Consultoria Agroeconômica, as cotações no mercado interno estão subindo uma vez que “a demanda está concentrada aqui, já que a China parou de comprar soja dos EUA”.
Ele ressalta que essa tendência de preços firmes deve prevalecer, mas com um fator limitante, a expectativa de uma safra recorde no Brasil, já deu início à colheita das primeiras áreas do ciclo 2025/26.
Na primeira sessão de 2026 na bolsa de Chicago, a soja manteve a tônica do fim do ano passado e registrou a quinta queda consecutiva. Os contratos do grão com vencimento em março tiveram baixa de 0,17%, cotados a US$ 10,4575 o bushel.







