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Por quê furacões são tão comuns nos EUA e ciclones são raros no Brasil

Ao Metrópoles, meteorologista explica que a temperatura das água é essencial para a formação ou não de um furacão

Da Redação por Da Redação
12/10/2024
em Brasil
Tempo de leitura: 3 minutos
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Foto: Divulgação, Nasa

Foto: Divulgação, Nasa

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Nesta semana, o furacão Milton causou um grande estrago na Flórida, Estados Unidos (EUA), destruindo cidades com ventos fortes e chuvas intensas. As imagens dos estragos da tempestade deixaram muito brasileiros preocupados, surgindo dúvidas se o mesmo poderia acontecer no território brasileiro. Por que os furacões são tão comuns nos EUA e os ciclones raros no Brasil. Confira a seguir.

A resposta para a dúvida está na temperatura da água do mar, de acordo com a meteorologista da Climatempo Josélia Pegorim. Os furacões se formam em regiões oceânicas onde a temperatura mínima da água é de 27ºC, o que acontece nas águas do Atlântico Norte, que tem naturalmente águas mais quentes do que as do Atlântico Sul.

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Pegorim esclarece que uma área oceânica muito quente produz uma grande evaporação de umidade, que pode gerar grandes nuvens. Essa enorme “massa de nuvens” é que compõe um furacão. “Dependendo das condições da circulação de ventos em vários níveis da atmosfera, acima desta região de águas oceânicas muito quentes, poderemos ter ou não a formação de um furacão”, explica a meteorologista.Play Video

Um furacão já formado perde força quando se desloca para locais onde a temperatura da água do mar está relativamente baixa, ou avança para regiões de terra. “Isso acontece porque o que mantém um furacão vivo é a água do mar quente”, frisa Pegorim.

Ciclones

Os ciclones podem ser divididos em três categorias: tropicais, extratropicais e subtropicais. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), explica que os ciclones tropicais – conhecidos como furacões ou tufões – costumam ser mais intensos e devastadores. Eles acontecem no hemisfério norte e nunca estão associados a uma frente fria.

Os ciclones extratropicais são os mais comuns no Brasil. De acordo com o Inmet, eles se formam entre as latitudes de 30° e 60° nos dois hemisférios e são sempre associados a uma frente fria. Eles podem causar ventos fortes, chuvas intensas e ressacas no litoral.

Já os ciclones subtropicais são um misto dos tropicais e extratropicais. Eles costumam se formar no período da primavera e nem sempre são associados a uma frente fria.

A meteorologista Josélia Pegorim pontua que uma das principais preocupações da comunidade científica é em relação ao aumento da temperatura dos oceanos. “Os furacões se formam sobre regiões de águas muito aquecidas e isso já é plenamente compreendido pelos meteorologistas. Assim, oceanos cada vez mais quentes, nos levam a maior probabilidade de formação de furacões e também de furacões mais intensos”, destacou.

Ciclone Catarina

Em março de 2004, a região Sul foi atingida por um ciclone tropical que recebeu o nome de “Catarina”. O fenômeno resultou na morte de 11 pessoas e provocou bastante destruição, especialmente, no sul de Santa Catarina e em parte do litoral norte do Rio Grande do Sul.

Já em julho de 2023, a mesma região foi atingida por um ciclone extratropical. Na ocasião, o fenômeno se formou no continente e provocou chuvas e ventos fortes, principalmente nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

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