sábado, 14 de fevereiro de 2026.
  • Quem Somos
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Vídeos
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Palmas
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tocantins
  • Quem Somos
  • Contato
PORTAL LJ
Sem resultados
Ver todos resultados
PORTAL LJ
Home Economia

Países ricos deveriam temer ‘Brasilização’ da economia global, diz The Economist

G1 por G1
14/02/2026
em Economia
Tempo de leitura: 4 minutos
A A
Sede do Banco Central em Brasília — Foto: Raphael Ribeiro/BCB

Sede do Banco Central em Brasília — Foto: Raphael Ribeiro/BCB

CompartilharCompartilhar

A revista The Economist usou o Brasil de alerta para a economia de países ricos. Em artigo publicado na quinta-feira (12/2), o veículo afirma que o mundo rico deveria temer a “Brasilização”, ou seja, um cenário em que juros elevados tornam a dívida pública cada vez mais difícil de administrar.

O artigo afirma que o paradoxo do país é combinar indicadores que, à primeira vista, seriam considerados positivos, como crescimento econômico, banco central independente e orçamento primário “quase equilibrado”, com uma dinâmica de endividamento considerada explosiva.

ARTIGOSRELACIONADOS

O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa na Casa Branca em 11 de dezembro de 2025 — Foto: REUTERS/Al Drago

Trump quer reverter algumas tarifas sobre produtos de aço e alumínio, diz jornal

14/02/2026
Um homem passa por uma agência do Banco do Brasil na avenida Berrini, na zona sul de São Paulo — Foto: Marcelo Brandt/G1

Banco do Brasil registra calote de R$ 3,6 bilhões de uma única empresa e vê inadimplência subir

14/02/2026

Com a selic, a taxa básica de juros, em 15% ao ano, o governo brasileiro “provavelmente tomará emprestado cerca de 8% do PIB por ano apenas para pagar a conta de juros”, diz a revista, mesmo com as contas primárias próximas do equilíbrio.

“Sua dívida líquida, em 66% do PIB, é alta para os padrões de mercados emergentes, mas baixa para os do mundo rico.”

Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), a dívida pública bruta do Brasil vai atingir 99% do PIB em 2030. Em 2010, correspondia a 62%.

“Pode parecer dolorosamente difícil, em um mundo populista, ao mesmo tempo, prometer baixa inflação e gastar menos com os idosos. Mas isso não é nada comparado à escolha agonizante que se aproxima do Brasil: entre uma austeridade profunda e uma espiral aterradora de juros e dívida.”

Mas a saída pela austeridade, diz a publicação, parece politicamente inviável. Segundo o texto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disputa a reeleição em outubro, “afrouxou os cordões da bolsa”, o que reduz as chances de um ajuste fiscal severo no curto prazo.

Para explicar por que o país paga taxas tão superiores às de economias ricas, a revista aponta uma combinação de fatores institucionais e históricos.

As instituições brasileiras, diz a revista, seriam “frágeis” e chegaram a “vacilar” durante a tentativa de golpe do ex-presidente Jair Bolsonaro em 2022.

Além disso, a inflação teria “um pavio mais curto”, em razão do trauma da hiperinflação dos anos 1980 e 1990 e da crise econômica da década passada.

Outro elemento é a rigidez do gasto público. O Brasil destina cerca de 10% do PIB ao pagamento de aposentadorias. Sem reformas, diz a revista, o país gastará mais em 2050 com pensões do que países “mais ricos e mais envelhecidos”.

“Ainda assim, as pensões são protegidas na Constituição, que, por exemplo, determina que, quando o salário mínimo sobe, os aposentados também recebam mais. O controle extraordinário dos pensionistas sobre o orçamento dificulta o equilíbrio das contas e também desloca outros gastos mais valiosos.”

Para a The Economist, o país sul-americano funciona como um “alerta antecipado” do que pode acontecer com economias avançadas. “A aflição fiscal do Brasil lança em relevo os orçamentos do mundo rico”, diz.

O editorial afirma que os Estados Unidos já exibem sintomas iniciais do processo de “brasilização”: instituições sob pressão e uma inflação mais difícil de controlar após a pandemia.

O texto cita o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que “politizou o Departamento de Justiça”, deseja controlar o Federal Reserve e “cogita federalizar as eleições”.

A revista também observa que, assim como no Brasil, o peso crescente de aposentadorias e gastos com saúde tende a pressionar os orçamentos do mundo rico.

Problemas vão além de ‘desperdícios’ de Lula

Na quarta-feira (11/2), a revista havia publicado outra análise sobre o Brasil.

A revista afirma que, apesar de indicadores positivos, a trajetória da dívida brasileira é “insustentável” e que “os pessimistas estão certos em prever problemas”.

Para a The Economist, a crise fiscal não se explica apenas pela política do governo Lula, mas por um sistema capturado por interesses poderosos, muitos protegidos pela Constituição.

No texto, a revista britânica afirma que as eleições de outubro serão fundamentais para evitar que a economia do Brasil não estagne e entre em crise, caso os parlamentares eleitos “encontrem a coragem” para “enfrentar os interesses arraigados”.

A revista também criticou o sistema tributário, classificado como uma “bagunça”.

“As estimativas dos custos econômicos variam, mas são da mesma ordem de grandeza da perda de crescimento devido à falta de credibilidade fiscal, o que equivale a talvez meio ponto percentual do PIB anualmente.”

A falta de reformas, diz a The Economist, mina a confiança do mercado e custa ao Brasil até um ponto percentual de crescimento por ano.

A revista reconhece avanços recentes, como o teto para isenções e o IVA dual, que pode elevar o PIB em até 4,5% até 2033, mas avalia que, sem mudanças estruturais, o país seguirá preso a um modelo fiscal insustentável.

Anterior

Trump quer reverter algumas tarifas sobre produtos de aço e alumínio, diz jornal

Próximo

Mesmo com preço maior, produtor de soja mantém cautela nas negociações

Próximo
Até o momento, os sojicultores brasileiros negociaram 34% da safra 2025/26 que está em fase de colheita — Foto: Wenderson Araujo/CNA

Mesmo com preço maior, produtor de soja mantém cautela nas negociações

LEIA TAMBÉM

Palmas

Luciano Camargo se apresenta no 10º Palmas Capital da Fé neste domingo, 15

14/02/2026
Segurança

Polícia investiga trio por suspeita de gravar mulher pela janela e divulgar vídeo íntimo na internet

14/02/2026
Palmas

Prefeitura de Palmas orienta foliões sobre redução de danos relacionados ao consumo de bebidas alcoólicas no Carnaval

14/02/2026
Palmas

Cursos de iniciação artística da Fundação Cultural de Palmas entram em recesso de carnaval neste sábado, 14

14/02/2026
Palmas

Mais de 120 metros de cabos de rede de iluminação são furtados em obra da Prefeitura de Palmas

14/02/2026

CATEGORIAS

  • Agricultura e Pecuária
  • Brasil
  • COLUNA DO LEAL
  • Economia
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esportes
  • GOL DE PLACA
  • Lajeado
  • Miracema
  • Palmas
  • Papo de Skyna
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Tocantinia
  • Tocantinia
  • Tocantins

TÓPICOS

#Palmas #Tocantins #Lajeado 2° Farm Day Athletico COLUNA DO LEAL Copa do Nordeste Copão Tocantins Corinthians covid19 Dengue educação Entretenimento flamengo GOL DE PLACA Inter Lajeado Libertadores Miracema Palmas palmeiras Paris 2024 Política Seleção Brasileira São Paulo Tocantinia tocantins

POPULARES

Tocantins

Governador Wanderlei Barbosa nomeia Adolfo Bezerra de Menezes como novo secretário de Estado da Cultura

14/02/2026
Palmas

Juninho Cassimiro abre a primeira noite de shows do Capital da Fé, neste sábado, 14

14/02/2026
Tocantins

Naturatins doa mudas para fortalecer a arborização urbana em Paraíso do Tocantins

14/02/2026
Brasil

Carnaval vira estratégia de negócio e amplia oportunidades para pequenos empreendedores em 2026

14/02/2026
Tocantins

Governador Wanderlei Barbosa e BRK discutem investimentos e tarifa social para mais de 400 mil pessoas

14/02/2026
Logomarca Leal Junior

O site que busca sempre a notícia com credibilidade e transparência.

#SIGA-NOS:

MAIS RECENTES

  • Governador Wanderlei Barbosa nomeia Adolfo Bezerra de Menezes como novo secretário de Estado da Cultura
  • Juninho Cassimiro abre a primeira noite de shows do Capital da Fé, neste sábado, 14
  • Naturatins doa mudas para fortalecer a arborização urbana em Paraíso do Tocantins

CATEGORIAS

ÚLTIMAS

Adolfo Bezerra de Menezes foi nomeado no DOE desta quinta-feira, 12 – Crédito: Gabriela Santos/Governo do Tocantins

Governador Wanderlei Barbosa nomeia Adolfo Bezerra de Menezes como novo secretário de Estado da Cultura

14/02/2026
Cantor católico, Juninho Cassimiro se apresenta na primeira noite do Capital da Fé - Divulgação

Juninho Cassimiro abre a primeira noite de shows do Capital da Fé, neste sábado, 14

14/02/2026
  • Quem Somos
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Sem resultados
Ver todos resultados
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Política
    • Saúde
    • Palmas
    • Tocantins
  • Coluna do Leal
  • Gol de Placa

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Sem resultados
Ver todos resultados
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Política
    • Saúde
    • Palmas
    • Tocantins
  • Coluna do Leal
  • Gol de Placa

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este website está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade.