terça-feira, 24 de fevereiro de 2026.
  • Quem Somos
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Vídeos
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Palmas
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tocantins
  • Quem Somos
  • Contato
PORTAL LJ
Sem resultados
Ver todos resultados
PORTAL LJ
Home Economia

O que (e como) o BC pode fazer para derrubar o dólar?

Moeda vem em trajetória de alta desde abril com pressões domésticas e internacionais; no ano, divisa valorizou 17%

CNN por CNN
03/07/2024
em Economia
Tempo de leitura: 5 minutos
A A
Dólar ronda maior patamar desde janeiro de 2022 Foto: REUTERS/Ricardo Moraes

Dólar ronda maior patamar desde janeiro de 2022 Foto: REUTERS/Ricardo Moraes

CompartilharCompartilhar

O dólar tomou novo fôlego nesta terça-feira (2) e encerrou a sessão negociado a R$ 5,666 na venda, renovando a máxima desde o início do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e se mantendo no maior patamar desde janeiro de 2022. Mais cedo, a divisa chegou a alcançar a marca de R$ 5,70.

Desde o início do ano, a divisa soma valorização de 16,8% — colocando a moeda brasileira entre as que mais perderam valor ante o dólar.

ARTIGOSRELACIONADOS

Arthur Menescal/Especial Metrópoles

Valor da conta de energia deve disparar em 2026; entenda

23/02/2026
• Getty Images

Governo eleva imposto de importação para mais de 1,2 mil produtos

23/02/2026

Para analistas do mercado, a recente disparada é explicada por fatores domésticos — temor fiscal e recorrentes críticas de Lula ao Banco Central (BC), e internacional — adiamento de cortes dos juros nos Estados Unidos.

A recente disparada trouxe ao debate a possibilidade de o BC intervir no mercado de câmbio, como já fez em diversas outras oportunidades para conter a sangria e proteger o valor do real.

A decisão, porém, precisa ser tomada pelo comando da autarquia. O BC monitora o mercado de câmbio e age em situações específicas.

Segundo o BC, o atual regime do dólar é de câmbio flutuante. Isso quer dizer que as cotações podem oscilar livremente para cima ou para baixo. O sobe e desce das cotações, explica o BC, acontece “em resposta aos fluxos cambiais”.

A autoridade monetária diz, porém, que não há “níveis máximos ou mínimos estabelecidos para a taxa de câmbio”. Ou seja, o BC não tem uma meta, um valor objetivo para as cotações da moeda.

Cartas na mão do BC

O swap cambial é a forma mais frequente de intervenção no câmbio. Nessa operação, a autarquia promove a troca (swap, em inglês) de posição quando há riscos para os investidores. O swap funciona como uma injeção de dólares no mercado futuro.

No contrato, o BC se compromete a pagar ao detentor a variação do dólar, acrescida de uma taxa de juros (cupom cambial). Em troca, o BC recebe a variação da taxa de juros doméstica – a Selic – acumulada no mesmo período.

A operação, porém, não envolve dólares físicos. Toda a transação é feita em reais. A alta ou queda do dólar são pagos com o valor correspondente na moeda nacional.

“Portanto, quem vende esse contrato fica protegido caso a cotação do dólar aumente, mas tem de pagar a taxa Selic para o comprador, no caso o BC”, explica a autarquia. A operação é especialmente importante para empresas e instituições financeiras com dívidas em moeda estrangeira, e que precisam se proteger da alta do dólar. Também é usada por investidores que apostam na alta do dólar.

Esta é uma das formas mais comuns de intervenção e foi utilizada pela última vez no início de abril, quando o dólar iniciou a recente escalada.

As outras duas operações envolvem dólares das reservas internacionais, que atualmente estão em US$ 355,5 bilhões.

O BC pode emprestar os dólares das reservas com compromisso de devolução da moeda pelos bancos à frente.

Nessa operação, o BC consegue aumentar a oferta da moeda estrangeira no mercado à vista sem comprometer o patamar das reservas de forma permanente – já que o dinheiro será devolvido mediante pagamento de juros.

Por fim, a terceira operação é a possibilidade de venda dos dólares das reservas. Essa é a operação mais simples – em que a moeda é simplesmente vendida em um leilão aos bancos – e consegue aumentar a oferta da moeda no mercado à vista.

Para o BC, porém, a operação reduz o patamar das reservas de forma permanente.

Carta na mão do governo

O governo federal também tem meios para buscar trazer o dólar para baixo, através da diminuição do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o câmbio.

A medida, porém, foi descartada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

“Não sei de onde saiu esse rumor. Aqui na Fazenda nós estamos trabalhando em uma agenda eminentemente fiscal com o presidente”, afirmou nesta terça-feira.

Por que o dólar disparou?

A recente disparada do dólar teve início em abril, quando a moeda chegou ao patamar de R$ 5,30, com pressões internas e estrangeiras.

Olhando para dentro, o movimento começou a ganhar força em abril, quando o governo federal alterou as metas fiscais e reacendeu o temor dos investidores de não alcançar o equilíbrio das contas públicas.

Na mesma época, o Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA), jogou um balde de água fria nos mercados ao sinalizar a que o tão esperado corte dos juros teria que esperar — fato que acabou se concretizando.

Se no fim do ano passado os investidores esperavam cortes seguidos nas taxas norte-americanas, agora as previsões estão muito mais conservadoras, com — talvez — duas reduções, segundo a ferramenta CME FedWatch.

A alta deflagrada em abril apresentou recuo nos meses seguintes, e o dólar se manteve relativamente estável até junho, quando o presidente Lula retomou os ataques ao presidente do BC, Roberto Campos Neto, e às decisões da autarquia na condução dos juros.

Anterior

“O Rastreador”, com atores de “This is Us” e “Supernatural”, chega ao streaming

Próximo

Regulamentação da indústria da maconha poderia gerar mais de R$ 167 bi por ano, diz associação

Próximo
Abicann estima que 400 mil empregos podem ser gerados pela indústria da maconha

Regulamentação da indústria da maconha poderia gerar mais de R$ 167 bi por ano, diz associação

Comentários sobre este post

LEIA TAMBÉM

Palmas

Prefeitura de Palmas registra segundo furto de materiais de iluminação pública em via ainda em obra

24/02/2026
Palmas

Agentes de trânsito flagram motociclista embriagado após colisão na região sul de Palmas

24/02/2026
Tocantins

Conselho de Medicina Veterinária do Tocantins cumpre agenda institucional em Guaraí

24/02/2026
Palmas

Segunda etapa do projeto Luz para os Olhos beneficia crianças com óculos gratuitos na capital

24/02/2026
Tocantins

Naturatins alinha estratégias sobre o Manejo Integrado do Fogo para 2026 na região do Cantão

24/02/2026

CATEGORIAS

  • Agricultura e Pecuária
  • Brasil
  • COLUNA DO LEAL
  • Economia
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esportes
  • GOL DE PLACA
  • Lajeado
  • Miracema
  • Palmas
  • Papo de Skyna
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Tocantinia
  • Tocantinia
  • Tocantins

TÓPICOS

#Palmas #Tocantins #Lajeado 2° Farm Day Athletico COLUNA DO LEAL Copa do Nordeste Copão Tocantins Corinthians covid19 Dengue educação Entretenimento flamengo GOL DE PLACA Inter Lajeado Libertadores Miracema Palmas palmeiras Paris 2024 Política Seleção Brasileira São Paulo Tocantinia tocantins

POPULARES

Esportes

Campeão da Copa do Mundo está próximo de reforçar clube da MLS

24/02/2026
Política

Ricardo Ayres fortalece aplicação da Lei Maria da Penha e amplia proteção às vítimas

24/02/2026
Política

Amélio Cayres destaca destinação de R$ 240 milhões anuais em emendas parlamentares aos municípios

24/02/2026
Palmas

Palmas intensifica ações de educação ambiental e adoção responsável na última semana de fevereiro

24/02/2026
Tocantins

Governador Wanderlei Barbosa autoriza última parcela dos R$ 278 milhões para infraestrutura dos municípios

24/02/2026
Logomarca Leal Junior

O site que busca sempre a notícia com credibilidade e transparência.

#SIGA-NOS:

MAIS RECENTES

  • Campeão da Copa do Mundo está próximo de reforçar clube da MLS
  • Ricardo Ayres fortalece aplicação da Lei Maria da Penha e amplia proteção às vítimas
  • Amélio Cayres destaca destinação de R$ 240 milhões anuais em emendas parlamentares aos municípios

CATEGORIAS

ÚLTIMAS

Foto: Diego Souto/Getty Images

Campeão da Copa do Mundo está próximo de reforçar clube da MLS

24/02/2026
Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Ricardo Ayres fortalece aplicação da Lei Maria da Penha e amplia proteção às vítimas

24/02/2026
  • Quem Somos
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Sem resultados
Ver todos resultados
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Política
    • Saúde
    • Palmas
    • Tocantins
  • Coluna do Leal
  • Gol de Placa

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Sem resultados
Ver todos resultados
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Política
    • Saúde
    • Palmas
    • Tocantins
  • Coluna do Leal
  • Gol de Placa

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este website está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade.