Natacha Horana, musa da Gaviões da Fiel e ex-bailarina do Faustão, voltou a ser alvo de polêmicas por supostamente estar ligada a um esquema de lavagem de dinheiro vinculado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Ela chegou inclusive a ser presa no final de 2024 pela relação com a facção criminosa.
Segundo a denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP), oficializada nessa quinta-feira (19/2), Natacha Horana teria sido usada por uma das lideranças da facção, Valdeci Alves dos Santos, para ocultar um imóvel e um carro de luxo adquiridos com dinheiro proveniente da ação criminosa.
Segundo a defesa da influenciadora, que acumula mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais, o nome de Natacha foi citado nas investigações apenas porque, anos atrás, ela teria se relacionado romanticamente com um dos investigados.
Além disso, a defesa argumenta que as acusações contra a musa da Gaviões da Fiel seriam as mesmas já realizadas pelo MP do Rio Grande do Norte, responsável pela denúncia que resultou na Operação na qual Natacha foi presa em novembro de 2024.
“Em que pese não tenhamos tido acesso aos autos, a denúncia ofertada repete fatos já sob apuração no estado do Rio Grande do Norte, em patente violação à proibição de dupla imputação, expediente em que se aguarda e se confia na declaração da absolvição”, destacam os advogados em nota.
Citada entre as investigadas da Operação Argento, Natacha Horana foi presa em novembro de 2024 por suposto envolvimento no esquema de ocultação de bens e lavagem de dinheiro de membros do PCC. Ela passou cerca de quatro meses presa, até que foi solta após a Justiça reconhecer um pedido de habeas corpus da influenciadora.
Devido à prisão, ela perdeu o desfile da escola de samba no Carnaval paulista de 2025, mas retomou o posto em 2026. No último sábado (14/2), Natacha voltou à avenida ao lado de Sabrina Sato, pela Gaviões da Fiel, que terminou o desfile como vice-campeã do Grupo Especial.






