sábado, 25 de abril de 2026.
  • Quem Somos
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Vídeos
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Palmas
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tocantins
  • Quem Somos
  • Contato
PORTAL LJ
Sem resultados
Ver todos resultados
PORTAL LJ
Home Agricultura e Pecuária

Mesmo sem China no mercado, ritmo das vendas de soja supera o de 2024

Comercialização da safra atual alcança 35%; câmbio sustenta negócios

por Globo Rural
20/01/2025
em Agricultura e Pecuária
Tempo de leitura: 3 minutos
A A
Grãos de soja Foto: Wenderson Araujo/CNA

Grãos de soja Foto: Wenderson Araujo/CNA

CompartilharCompartilhar

A apreensão com a futura política comercial no segundo mandato de Donald Trump fez a China antecipar as compras de soja dos Estados Unidos no fim de 2024, reduzindo a aquisição do grão brasileiro neste início de ano. Ainda assim, o ritmo de comercialização no Brasil é superior ao de igual momento do ano passado, já que produtores estão aproveitando o estímulo do câmbio.

Segundo a Safras & Mercado, as negociações de soja do ciclo 2024/25 chegaram a 35% da produção esperada, o equivalente a 60,83 milhões de toneladas. No mesmo período um ano atrás, a comercialização antecipada era de 29,1%. O percentual, no entanto, ainda está abaixo da média dos últimos cinco anos, de 39%.

ARTIGOSRELACIONADOS

Foto: Samuel Phillips/Pexels

Por que a carne de coelho ainda é pouco consumida no Brasil

25/04/2026
Foto: Divulgação

Soja encerra a semana com preços em alta

25/04/2026

A China, principal comprador da soja brasileira, neste momento está fora do mercado. O país asiático importou um volume recorde do grão em 2024, antecipando eventuais tarifas prometidas por Donald Trump.

Para Rafael Silveira, analista da Safras & Mercado, com um volume de colheita ainda incipiente no Brasil, a comercialização de soja deve ganhar fôlego em meados de fevereiro. “Os chineses são muito pragmáticos e vão esperar o momento certo para direcionar a demanda para o Brasil. Em fevereiro teremos o pico da comercialização. O câmbio, no patamar que está, também deve favorecer a procura por soja brasileira”, afirma.

Segundo Anderson Galvão, CEO da Céleres, o maior impacto no mercado de soja neste momento vem da alta do dólar, que permitiu melhora nos preços do grão em reais. “O câmbio ainda vai ajudar no preço da soja no começo da colheita. Cada dez centavos [de valorização do dólar] aumenta em R$ 5 a saca, na média”, estima.

Pelas projeções da Safras & Mercado, as exportações brasileiras de soja devem somar 107 milhões de toneladas na safra 2024/25. Entre 80 milhões e 81 milhões de toneladas terão como destino a China. Na temporada anterior, foram 77,5 milhões, segundo a consultoria. A maior safra esperada no Brasil é o motivo para o crescimento.

Plinio Nastari, presidente da Datagro, pondera que a China depende da produção brasileira de soja, e deve voltar às compras ao longo da colheita. “Por mais que tenham antecipado compras nos EUA, eles vão acabar tendo que voltar a comprar soja do Brasil, inevitavelmente”, diz. No ano passado, 73,4% da soja brasileira exportada foi para a China, 2,6% menos que em 2023.

De acordo com a estimativa da Datagro, a comercialização da safra 2024/25 de soja no Brasil chegou a 35% do volume estimado. Há um ano, o índice era de 30%.

Se os chineses demandam menos agora, por outro lado, produtores também estão na expectativa do que virá num próximo governo Trump. Por isso, os negócios não avançaram mais, afirma Leandro Guerra, da LC Guerra Corretora de Cereais.

“Conversando com produtores, há muita dúvida se os EUA irão taxar a China novamente. A chance de uma nova guerra comercial traz a expectativa de alta do prêmio dos portos e da demanda por soja brasileira. Sem esse fator geopolítico, as vendas antecipadas estariam acima dos 40%”, avalia.

Segundo ele, alguns produtores esperam um cenário semelhante ao de 2018, no primeiro mandato de Trump, quando a guerra comercial EUA-China favoreceu a soja brasileira.

“O que a gente viu em 2018 foi uma demanda muito agressiva pela soja do Brasil. Os prêmios subiram até 200 pontos, batendo recordes consecutivos. Foi uma virada de chave muito rápida no mercado. O produtor relembra desse contexto e pensa que isso pode acontecer mais uma vez”, observa.

Tiago Medeiros, diretor da Czarnikow, tem a mesma percepção e afirma que “todo mundo trabalha com a hipótese de retorno das sanções do primeiro governo Trump”. Para ele, porém, as especulações sobre uma reedição da guerra comercial não trazem reflexos para a venda brasileira de soja atualmente. “Vai impactar o próximo ciclo brasileiro”, avalia. No levantamento da Czarnikow, as vendas desta safra estão atrasadas, em 35% – um ano atrás, estavam em ao menos 40%.

Anterior

Vó Vôlei: Atletas de Palmas se preparam para Super Liga da Américas

Próximo

Preço da mandioca tem maior recuo em 11 meses

Próximo
Colheita de mandioca — Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo

Preço da mandioca tem maior recuo em 11 meses

LEIA TAMBÉM

Entretenimento

Juliano Cazarré se pronuncia após ser criticado por novo evento

25/04/2026
Entretenimento

Quem é Loni Willison, ex-modelo sem-teto flagrada revirando lixo

25/04/2026
Entretenimento

Ex de Rayane se pronuncia após vídeo de filho dando selinho em Belo

25/04/2026
Entretenimento

Irmãos acusam Michael Jackson de abuso sexual em novo processo

25/04/2026
Tocantins

Senador Eduardo Gomes participa dos 30 anos de Barra do Ouro e reforça atuação com investimentos no município

25/04/2026

CATEGORIAS

  • Agricultura e Pecuária
  • Brasil
  • COLUNA DO LEAL
  • Economia
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esportes
  • GOL DE PLACA
  • Lajeado
  • Miracema
  • Palmas
  • Papo de Skyna
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Tocantinia
  • Tocantinia
  • Tocantins

TÓPICOS

#Palmas #Tocantins #Lajeado 2° Farm Day Athletico COLUNA DO LEAL Copa do Nordeste Copão Tocantins Corinthians covid19 Dengue educação Entretenimento flamengo GOL DE PLACA Inter Lajeado Libertadores Miracema Palmas palmeiras Paris 2024 Política Seleção Brasileira São Paulo Tocantinia tocantins

POPULARES

Agricultura e Pecuária

Por que a carne de coelho ainda é pouco consumida no Brasil

25/04/2026
Agricultura e Pecuária

Soja encerra a semana com preços em alta

25/04/2026
Agricultura e Pecuária

Preço do boi gordo começa a oscilar com aumento da oferta de outono

25/04/2026
Agricultura e Pecuária

Arroz sertanejo: tecnologia e mecanização impulsionam nova fase para o cereal no Brasil

25/04/2026
Entretenimento

Leonardo sofre acidente em pescaria e surge com machucado em hospital

25/04/2026
Logomarca Leal Junior

O site que busca sempre a notícia com credibilidade e transparência.

#SIGA-NOS:

MAIS RECENTES

  • Por que a carne de coelho ainda é pouco consumida no Brasil
  • Soja encerra a semana com preços em alta
  • Preço do boi gordo começa a oscilar com aumento da oferta de outono

CATEGORIAS

ÚLTIMAS

Foto: Samuel Phillips/Pexels

Por que a carne de coelho ainda é pouco consumida no Brasil

25/04/2026
Foto: Divulgação

Soja encerra a semana com preços em alta

25/04/2026
  • Quem Somos
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Sem resultados
Ver todos resultados
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Política
    • Saúde
    • Palmas
    • Tocantins
  • Coluna do Leal
  • Gol de Placa

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Sem resultados
Ver todos resultados
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Política
    • Saúde
    • Palmas
    • Tocantins
  • Coluna do Leal
  • Gol de Placa

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este website está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade.