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Dor nas costas e sedentarismo: idosos estão em maior risco desta correlação

Dores musculares e esqueléticas crônicas são mais comuns em idosos e a pratica regular de atividade física é a melhor forma de prevenir estes problemas

CNN por CNN
04/01/2025
em Saúde
Tempo de leitura: 3 minutos
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Dor crônica não tem a ver com idade • Getty Images

Dor crônica não tem a ver com idade • Getty Images

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A dor nas costas é um problema recorrente e, entre a população idosa no Brasil, tornou-se uma preocupação significativa de saúde pública. Estudos mostram, consistentemente, que a dor lombar é uma das principais causas de incapacidade no mundo, afetando a mobilidade, a qualidade de vida e a capacidade de realizar atividades diárias.

Com a mudança do perfil demográfico do Brasil, onde uma parcela crescente da população tem mais de 50 anos, espera-se que o impacto da dor nas costas aumente, especialmente entre aqueles que levam uma vida sedentária.

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Pesquisas destacam a forte correlação entre o envelhecimento e a prevalência de condições musculoesqueléticas crônicas. De acordo com estudos, os distúrbios musculoesqueléticos, incluindo a dor nas costas, afetam desproporcionalmente os idosos.

No Brasil, dados do Ministério da Saúde de 2023 revelaram que quase 37% dos brasileiros acima de 50 anos sofrem de dores crônicas, sendo a dor nas costas uma das queixas mais frequentes. Essa tendência reflete padrões globais identificados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), onde a dor lombar é uma das principais causas de anos de vida ajustados por incapacidade entre os idosos.

Sedentarismo têm relação direta com a dor nas costas

Um dos principais fatores que contribuem para esse fenômeno é o comportamento sedentário. Muitos idosos no Brasil enfrentam barreiras para manter um estilo de vida ativo, como acesso limitado a espaços públicos para exercícios, educação insuficiente sobre práticas preventivas e o declínio natural da atividade física associado ao envelhecimento.Play Video

Os hábitos sedentários enfraquecem os músculos que sustentam a coluna, levando à má postura e a maior suscetibilidade à dor. Esse sedentarismo é agravado por outros fatores, como a obesidade, que sobrecarrega ainda mais a coluna e intensifica o desconforto crônico.

Os impactos econômicos e sociais da dor nas costas entre os idosos não podem ser ignorados. A dor crônica nas costas está associada à redução da produtividade, ao aumento dos custos de saúde e à diminuição da qualidade de vida, como destacado em um artigo recente do Journal of Pain.

Para o sistema de saúde brasileiro, que já enfrenta disparidades significativas no acesso aos serviços, o crescente ônus da dor nas costas representa um desafio sério. Idosos de faixas de renda mais baixa muitas vezes não têm acesso oportuno a intervenções como fisioterapia ou cuidados preventivos, que são cruciais para gerenciar e mitigar a dor crônica.

Prevenir é fundamental

Apesar desses desafios, há esperança na prevenção e na intervenção precoce. Promover atividades físicas adequadas para idosos, como caminhadas, exercícios de alongamento e treinamento de força de baixo impacto, pode reduzir significativamente o risco de dor nas costas e melhorar a saúde geral.

Estimular a boa postura, manter um peso saudável e garantir suporte ergonômico adequado nas atividades diárias são estratégias simples, mas eficazes, para prevenir a dor nas costas. Políticas de saúde que priorizem a educação e o acesso a programas de fisioterapia e exercícios comunitários podem desempenhar um papel transformador na redução do impacto da dor nas costas na população idosa do Brasil.

À medida que o Brasil continua a envelhecer, abordar a dor nas costas e os fatores que contribuem para ela deve se tornar uma prioridade nas estratégias de saúde pública. Promover hábitos saudáveis e incentivar uma cultura de movimento entre os idosos não é apenas uma maneira de reduzir a dor nas costas, mas também um passo vital para melhorar a saúde populacional e garantir que o envelhecimento seja acompanhado por dignidade, mobilidade e independência.

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