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Home Política

Do repouso à cirurgia de emergência: a rotina de Lula após acidente em outubro

Presidente repetia exames a cada três ou cinco dias e ficou impedido de fazer viagens longas por pouco mais de 20 dias

por CNN
10/12/2024
em Política
Tempo de leitura: 3 minutos
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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva • Ricardo Stuckert/PR

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva • Ricardo Stuckert/PR

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi submetido a uma cirurgia às pressas na madrugada desta terça-feira (10), em razão de uma hemorragia intracraniana. De acordo com a equipe médica, o sangramento é consequência do tombo que ele sofreu em outubro.

No dia 19 de outubro, o presidente caiu no banheiro do Palácio da Alvorada e feriu a parte de trás da cabeça.

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De acordo com Roberto Kalil, médico pessoal do presidente e apresentador do programa CNN Sinais Vitais, Lula chegou ao Hospital Sírio-Libanês – em Brasília – com um traumatismo craniano e um ferimento que precisou de cinco pontos.

Tomografias e ressonâncias, realizadas no mesmo dia, mostraram um pequeno sangramento na região temporal, na frente da cabeça. “Isso ocorre porque, em quedas, o contragolpe pode lesionar a parte frontal”, explicou Kalil à época.

Lula viajaria à Rússia no dia seguinte à queda para participar da Cúpula dos Brics. Por recomendação médica, precisou cancelar a viagem.Play Video

O primeiro boletim médico após a queda foi divulgado no dia 20. De acordo com o documento, Lula estava liberado para exercer as atividades de rotina e trabalho normalmente.

No entanto, por causa do risco de agravar o hematoma na cabeça e produzir sangramento, Lula ficou impedido de fazer viagens aéreas de longas distâncias.

Viagens que aconteceriam nas semanas seguintes ao tombo também foram canceladas. Foram elas: ida à COP16, na Colômbia; à COP29, no Azerbaijão; a São Paulo, para apoiar a candidatura de Guilherme Boulos (PSOL) na disputa pela Prefeitura da capital.

No dia 22, três dias após o acidente, Lula voltou ao hospital para repetir exames de imagem. Os resultados mostraram estabilidade do hematoma e da saúde de Lula no geral. As recomendações permaneciam as mesmas.

Essa se tornou a rotina do presidente: repetir exames de imagem a cada três ou cinco dias. Todos mostrando estabilidade e ausência de qualquer sintoma.

Isso se manteve até o dia 10 de novembro. Naquele dia, o exame de Lula mostrou uma melhora em relação às avaliações anteriores. O presidente foi orientado a manter as atividades habituais e liberado para viagens aéreas.

Os médicos também liberaram Lula de exames periódicos.

Ele seguiu com as agenda normalmente no último mês. Em novembro, viajou ao Rio de Janeiro para a Cúpula do G20.

Na última quinta-feira (5), o presidente fez duas viagens aéreas no mesmo dia. Pela manhã, foi de Brasília até Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Uma viagem que dura cerca de duas horas.

Pouco tempo depois, Lula partiu de Campo Grande para Montevidéu, no Uruguai. Esta foi a primeira viagem internacional do presidente desde o acidente. Ele foi ao país vizinho participar da Cúpula do Mercosul.

Lula retornou a Brasília no dia seguinte (6). Pousou em São Paulo por volta das 15h. No sábado pela manhã, pegou outro voo para Brasília.

Não teve agenda no domingo. Na segunda-feira (09) pela manhã, começou a sentir-se indisposto e com dor de cabeça, mas não cancelou as agendas.

No fim da tarde de ontem, o presidente pediu para assessores chamarem a equipe médica e ouviu que deveria ir imediatamente ao Hospital Sírio-Libanês de Brasília para realizar exames.

Com o diagnóstico de hemorragia intracraniana, Lula foi transferido para o Hospital Sírio-Libanês de São Paulo por volta das 22h. A unidade na capital paulista é apontada com melhor estrutura.

De acordo com a equipe médica, o procedimento cirúrgico ocorreu conforme o esperado e Lula está bem. Segue em monitoramento na UTI e deve retornar a Brasília no início da próxima semana.

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