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Home Economia

Com puxada na taxa Selic pelo BC, juro bancário médio atinge maior patamar em oito anos e inadimplência bate recorde

G1 por G1
26/11/2025
em Economia
Tempo de leitura: 5 minutos
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Falência - dívidas - despesas - cofrinho - finanças katemangostar/Freepik

Falência - dívidas - despesas - cofrinho - finanças katemangostar/Freepik

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A taxa média de juros cobrada pelos bancos em operações com pessoas físicas e empresas subiu 0,8 ponto percentual em outubro deste ano – e fechou o mês em 46,3% ao ano.

As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (26) pelo Banco Central (BC).

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➡️Esse é o maior patamar desde julho de 2017, quando estava em 46,5% ao ano, ou seja, em pouco mais de oito anos.

O juro foi calculado com base em recursos livres – ou seja, não inclui os setores habitacional, rural e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

  • De acordo com o BC, a taxa média de juros cobrada nas operações com empresas subiu de 24,2% ao ano, em setembro, para 25,2% ao ano em outubro. É o maior nível desde julho de 2017 (25,4% ao ano).
  • Já nas operações com pessoas físicas, os juros subiram de 58,3% ao ano, em setembro, para 58,7% ao ano em outubro. Esse é o maior patamar desde junho deste ano (59% ao ano).

➡️O aumento do juro bancário acontece em meio ao alto nível da taxa básica da economia, a Selic, fixada pelo Banco Central para tentar conter a inflação. Em novembro, a taxa foi mantida em 15% ao ano, o maior patamar em quase 20 anos.

➡️Ao mesmo tempo, a taxa total de inadimplência bateu recorde, somando o maior valor da série histórica do Banco Central, que tem início em março de 2011 (veja mais abaixo nessa reportagem).

Cheque especial e cartão de crédito

🔎No cheque especial das pessoas físicas, a taxa de juros caiu de 140,7% ao ano, em setembro, para 139,3% ao ano em outubro. O recuo foi de 1,4 ponto percentual.

🔎Já a taxa média de juros cobrada pelos bancos nas operações com cartão de crédito rotativo, por sua vez, recuou de 443,7% ao ano, em setembro, para 439,8% ao ano em outubro deste ano. A queda foi de 3,9 pontos percentuais.

Apesar da queda no juro do cartão de crédito rotativo em janeiro, a taxa permanece em patamar proibitivo. Acima de 400% ao ano, essa é a linha de crédito mais cara do mercado financeiro.

  • O aumento aconteceu apesar de o Conselho Monetário Nacional (CMN) ter limitado, desde janeiro de 2024, o valor total da dívida dos clientes no cartão de crédito rotativo. O valor do débito não pode mais exceder 100% da dívida original.
  • Se a dívida for de R$ 100, por exemplo, a dívida total, com a cobrança de juros e encargos, não poderá exceder R$ 200.
  • O custo do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), entretanto, está fora desse cálculo. Isso vale somente para débitos contraídos a partir de janeiro.
  • O crédito rotativo do cartão de crédito é acionado por quem não pode pagar o valor total da fatura na data do vencimento. Segundo analistas, essa linha de crédito deve ser evitada.
  • A recomendação é que os clientes bancários paguem todo o valor da fatura mensalmente.

Crédito bancário

O volume total do crédito bancário em mercado, segundo o Banco Central, subiu 0,9% em outubro, para R$ 6,9 trilhões.

Houve aumento de 0,3% no crédito às pessoas jurídicas, para R$ 2,6 trilhões de saldo total, e de 1,3% no crédito às pessoas físicas, para R$ 4,3 trilhões.

Segundo a instituição, o crédito livre às famílias cresceu 1,6% no mês de janeiro, e 12,8% em doze meses, com destaque para:

  • cartão de crédito total (+2,2%);
  • crédito pessoal não consignado (+2,1%);
  • crédito consignado para trabalhadores do setor privado (+9,6%);
  • financiamento para aquisição de veículos (+1,4%).

Inadimplência recorde e endividamento alto

➡️De acordo com dados do Banco Central, a taxa de inadimplência média total registrada pelos bancos nas operações de crédito avançou em outubro para o patamar inédito 4% ao ano. Em setembro, a taxa somava 3,9%.

➡️Esse valor, que considera as operações com recursos livres e direcionados (habitação, rural e BNDES), é a maior da série histórica do Banco Central, que tem início em março de 2011.

A taxa de inadimplência considera atrasos superiores a 90 dias.

  • Nas operações com pessoas físicas, a inadimplência subiu de 4,8%, em setembro, para 4,9% em outubro. Trata-se do maior valor desde fevereiro de 2013 (5%).
  • Já a inadimplência das empresas ficou estável em 2,5% de setembro para outubro, o maior nível desde agosto deste ano (2,6%).

“Quanto às famílias, os ativos problemáticos e a inadimplência continuam em alta, sobretudo no crédito rural, que mantém perspectiva negativa”, informou o BC, na ata do Comitê de Estabilidade Financeira (Comef).

➡️Já o endividamento das famílias com os bancos, segundo o BC, atingiu 49,1% da renda acumulada nos doze meses até setembro – o maior valor desde novembro de 2022 (ainda na pandemia da Covid-19). Todas as dívidas com os bancos entram no cálculo.

“O endividamento das famílias estabilizou-se em patamar historicamente elevado. O comprometimento de renda, por sua vez, além de elevado, segue em trajetória ascendente, impactado pelo nível das taxas de juros e pelo aumento da participação de modalidades mais caras”, acrescentou o Banco Central.

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